pesquisa

Pesquisa aponta que o mercado mundial de serviços em nuvem crescerá 18% em 2017

O Gartner estima que o mercado mundial de serviços de nuvem pública chegue a US$ 246,8 bilhões, acima dos US$ 209,2 bilhões registrados em 2016. O maior aumento virá dos serviços de infraestrutura de sistemas em cloud (IaaS), com crescimento previsto de 36,8% em 2017, alcançando US$ 34,6 bilhões. Já os serviços de aplicações em nuvem (SaaS), como o Manusis 4.0, devem aumentar 20,1%, totalizando US$ 46,3 bilhões.
De acordo com o relatório divulgado, as empresas estão buscando estratégias por causa do valor multidimensional dos serviços em nuvem, incluindo agilidade, escalabilidade, custo-benefício, inovação, possibilidade de expansão dos negócios e velocidade de implementação.
O Gartner estima que mais de 50% das novas adoções de aplicações por grandes companhias norte-americanas serão compostas por SaaS ou outras formas de soluções baseadas em nuvem. As pequenas e médias empresas estão ainda mais à frente na curva de adoção. Até 2019, mais de 30% dos investimentos em novos softwares dos 100 maiores fabricantes terão mudado de nuvem como prioridade para apenas nuvem.16

81% dos brasileiros acreditam que utilizarão IoT no trabalho em 5 anos

Mais de dois terços (81%) dos profissionais brasileiros acreditam no uso de IoT (Internet das Coisas) – no qual os objetos estão conectados e trocam informações entre si, tomando decisões inteligentes, sem interferência humana – nos atuais ambientes de trabalho em até cinco anos. A constatação faz parte de um estudo global patrocinado pela Dell e Intel, Future Workforce Study (Estudo sobre o Futuro da Força de Trabalho).
O principal benefício no uso de IoT nos ambientes de trabalho, citado por 60% dos entrevistados no Brasil, é o uso de tecnologias mais inovadoras nas empresas. Em seguida, 57% dos brasileiros indicam que essas soluções devem facilitar a conexão de equipamentos sem fio para compartilhar informações e conectá-los entre si; 37% apontam que devem permitir um uso mais eficiente da energia; 36% acreditam que tendem a permitir um melhor aproveitamento dos espaços de trabalho; e 23% apontam que a Internet das Coisas vai possibilitar a adaptação dos ambientes às preferências individuais (em termos de temperatura, alimentos, layout de mesas etc.).
Quando questionados sobre os atuais ambientes de trabalho, 47% dos brasileiros consideram que seus escritórios não são inteligentes o suficiente, 41% avaliam que são adequados e só 10% dizem que trabalham em escritórios bastante inteligentes.
Ainda de acordo com o estudo, 89% dos profissionais no Brasil consideram importante que um ambiente de trabalho ideal tenha tecnologias que permitam que os colaboradores interajam remotamente.
“O mundo está evoluindo para se tornar cada vez mais conectado e inteligente, e o ambiente de trabalho seguirá pelo menos caminho”, analisa Bárbara Toledo, gerente de marketing para o mercado corporativo da Intel Brasil. “A próxima revolução do trabalho se dará quando conectarmos equipamentos e profissionais na nuvem e analisarmos os dados gerados para criar insights, mitigar ineficiências e criar uma força de trabalho que é verdadeiramente móvel, conectada, colaborativa e inteligente”.
O levantamento consultou 3,8 mil profissionais de pequenas, médias e grandes companhias em dez países. O estudo Future Workforce pode ser acessado aqui.

pt_BRPortuguês do Brasil
pt_PTPortuguês pt_BRPortuguês do Brasil