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WERT comemora os resultados do workshop Gestão de Ativos 4.0

Evento contou com participantes de empresas dos mais diversos setores. Confira as fotos!
Nos dias 03 e 04 de abril, a WERT SOLUTIONS realizou em São Paulo o workshop “Gestão de Ativos 4.0 – Como preparar sua organização para o futuro que já começou”.
Com inscrição gratuita, o evento com a presença de profissionais das mais diversas áreas de atuação. Entre os participantes, colaboradores das empresas TCP, Hersheys do Brasil, Knapp Sudameris, Hospital Sírios Libanês, EBBA, entre outras.
De acordo com os inscritos, que ao final do workshop receberam uma ficha para avaliar os dois dias de atividades, em uma escala de 0 a 5, a nota para o evento foi de 4,5.
Confira algumas fotos:

Agradecemos a todos os presentes! E, se você perdeu o evento, não se preocupe: em breve, traremos novidades sobre cursos e treinamentos para a Gestão de Ativos.

Como preparar minha equipe para o uso de dispositivos IoT?

Entenda o impacto da Internet das Coisas para o seu negócio e descubra se sua equipe está pronta para esta evolução tecnológica.
A Internet das Coisas (IoT) está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, seja em smartphones, veículos, eletrodomésticos ou até mesmo em objetos. Ela está modificando a forma como a sociedade interage e se comunica, criando as conhecidas cidades inteligentes.
No mundo empresarial não é diferente. As atividades desenvolvidas no ambiente de trabalho passaram a contar com a colaboração de máquinas conectadas para a tomada de decisões mais ágeis e eficientes. Isso representa um importante diferencial competitivo para as empresas que visam se reinventar e aprimorar seus serviços e produtos.
Para as corporações, adotar a IoT nos negócios significa também enfrentar diversos desafios, como a questão da segurança. O grande volume de dispositivos conectados à rede corporativa representa um aumento na vulnerabilidade e no trabalho da equipe de TI, que é responsável por gerenciar as redes e garantir sua proteção.
Por isso, há algumas recomendações que devem ser seguidas para a criação de uma estratégia inicial que seja capaz de lidar com as elevadas conexões de IoT na rede corporativa. Conheça algumas delas:
POLÍTICAS DE SEGURANÇA – Primeiramente, é necessário atualizar as políticas de segurança de acesso à rede, pois as formas de se conectar mudaram. A TI deve elaborar uma nova política que estabeleça diretrizes de integração e conexão de dispositivos IoT para uma simplificação do monitoramento e supervisão da rede. É importante que todas as regras sejam documentadas e repassadas à equipe, assim, todos podem consultar em caso de dúvidas.
ESCALABILIDADE – A política de segurança deve definir, ainda, um nível de acesso diferente para cada tipo de usuário. Assim, apenas contas privilegiadas terão permissão para utilizar dados sigilosos. Além disso, a política de segurança deve incluir etapas que forneçam os registros de acesso. Dessa forma, quando os recursos de segurança desconectam um acesso suspeito, a TI conseguirá ter detalhes para verificar o que aconteceu.
MONITORAMENTO – Outro fator essencial para administrar os dispositivos de IoT é possuir visibilidade total da rede. A empresa deve investir em ferramentas de monitoramento que consigam fornecer uma alta visibilidade de todo o ambiente para que a TI tenha uma visão ampla de todas as pessoas e dispositivos que se conectam à rede, além dos horários e locais dessas conexões, para poder separar o que é considerado acesso normal de possíveis ameaças. Dessa forma, os administradores podem contar com uma visão geral das portas que estão em uso para poder manter fechadas aquelas que não estão e evitar problemas.
ATUALIZAÇÃO – Manter-se sempre atualizado também é essencial para ter uma estratégia bem-sucedida, capaz de suportar todos os dispositivos IoT. O profissional de TI deve controlar por meio de listas práticas quem, especificamente, é responsável por cada dispositivo conectado e cada novo acesso que é realizado. Assim, em caso de alguma violação, torna-se mais rápido detectar e reduzir os perigos. Além disso, é necessário implementar patches e realizar auditorias regulares para garantir que todas as ferramentas e processos de segurança estejam funcionando corretamente.
TREINAMENTOS – Investir em treinamentos e palestras para os funcionários se integrarem com essas inovações também é uma tarefa fundamental para as empresas estarem prontas para essa nova realidade. Ofereça cursos, palestras e demonstrações para todos os setores, periodicamente, para que ninguém fique desatualizado. Lembre-se: profissionais bem treinados tendem a cometer menos erros e podem até oferecer novas soluções para o seu negócio.
Leia também no blog da WERT SOLUTIONS: como escolher um sistema de gestão e manutenção de ativos.

Operadores portuários tentam driblar o aumento de preços dos seguros

O mercado de seguro de mercadorias em trânsito, garantia essencial para embarcadores, transportadores e operadores portuários, passa por um período desafiador.
Problemas como dificuldade de acesso, roubos, acidentes e perdas por problemas de infraestrutura deficitária têm gerado aumento do preço do seguro, das franquias e uma maior restrição de coberturas. Além disso, as seguradoras passaram a exigir que os ativos segurados, sejam mantidos de acordo com novos padrões de manutenção industrial.
Com o objetivo de evitar tais entraves e ganhar vantagem competitiva, diversas empresas têm investido no chamado gerenciamento de risco portuário.
A atividade envolve o monitoramento em tempo real dos processos de transporte e logística; de infraestruturas; das pessoas que circulam nos diferentes ambientes sob responsabilidade da organização; de suas informações; e de seus processos críticos.
Esse acompanhamento é realizado por meio de softwares de gestão e manutenção, como o Manusis 4.0.
O Manusis 4.0 conta com ferramentas integradas em um único software, e tem ajudado as empresas de variados segmentos a aumentar sua produtividade e competitividade através de uma melhor organização, gestão e planejamento de suas atividades operacionais.
No caso do setor portuário, o Manusis 4.0 pode ser adaptado às necessidades específicas de cada negócio para atender de forma satisfatória todas as operações marítimas, de importação e exportação, especialmente com ênfase na logística. Tudo integrado, automatizado e de acordo com os requisitos legais.
Uma interface eficiente, menus funcionais e outros recursos dos mais elevados padrões de qualidade são combinados em sistema de fácil operação. Além disso, os usuários têm a seu dispor uma equipe de suporte técnico para resolver problemas de usabilidade do sistema ou outras emergências que possam surgir.
Com o Manusis, as decisões operacionais e nos negócios são tomadas com mais assertividade e eficiência, gerando menos custos e melhores resultados.
Entre em contato conosco e solicite uma versão de avaliação do software.

O que é SaaS?

Quando explicamos aos nossos clientes que o Manusis 4.0 e o Manusis Facilities são disponibilizados na modalidade SaaS (Software as Service), o surgimento da dúvida é muito comum: mas o que, afinal, esse termo significa?
SaaS é, em tradução livre, Software como Serviço, um conceito ligado ao da mobilidade de informação e computação em nuvem. O SaaS é um modelo de distribuição com o qual o usuário não precisa se preocupar quanto à instalação ou atualização do software, pois tudo funciona por meio da internet e toda a responsabilidade de infraestrutura é por conta de quem está prestando o serviço.
Para obter acesso a um software disponibilizado na modalidade SaaS, basta contratar o serviço e utilizá-lo por meio de qualquer dispositivo com acesso à internet. No SaaS, a única infraestrutura necessária para o cliente é o seu próprio computador, tablet ou smartphone.
Os outros requisitos ficam a cargo do próprio fornecedor, como aplicação, plataforma e infraestrutura. No caso do Manusis 4.0 e do Manusis Facilities: Ruby como aplicação, Rails como plataforma e Amazon Web Service (AWS) como infraestrutura.
A utilização do SaaS possui vários benefícios:
AGILIDADE – Não é mais necessário comprar um servidor ou instalar sistemas.
FLEXIBILIDADE – Por ser um sistema integrado à web, pode ser acessado por diferentes usuários, simultaneamente e em lugares distintos, sem problema algum.
DIMINUIÇÃO DE RISCOS – Ao invés de investir na compra de servidores ou ampliação de infraestrutura, licenças e no treinamento de pessoal, o usuário só paga conforme a utilização do sistema.
RETORNO DE INVESTIMENTO – Com o SaaS, o retorno sobre o investimento inicial costuma ser muito mais rápido em comparação aos softwares comuns, principalmente porque o custo é bastante reduzido.
REDUÇÃO DE CUSTOS – Há uma significativa redução de custos, uma vez que o fornecedor do SaaS consegue que uma mesma equipe monitore, realize backups e provenha o serviço pretendido a diversos clientes, ao mesmo tempo.
Quer saber mais sobre o Manusis 4.0 ou sobre o Manusis Facilities? Entre em contato conosco.

Passo a passo: como elaborar um plano de manutenção efetivo

O principal objetivo do planejamento da manutenção de ativos é, sem dúvidas, estabelecer e manter condições favoráveis a fim de otimizar o processo produtivo e seus equipamentos, do começo ao fim, devendo ser eficiente e eficaz também nos custos.
Em uma cadeia de produção, o planejamento da manutenção de ativos é uma atividade de melhoria constante do sistema de manutenção, que visa aumentar a disponibilidade dos ativos e certificar que estes não serão responsáveis por parar o processo produtivo inesperadamente.
Por isso, seguir um passo a passo minucioso para elaborar o planejamento é a melhor forma de visualizar as condições atuais do processo, definir as ações necessárias e os requisitos para sua realização e monitorar resultados.
No artigo que preparamos, mostramos como elaborar um plano de manutenção em 5 passos. Para baixar gratuitamente e ver o conteúdo, clique aqui.

O que é MTBF, MTTR e como melhorar esses índices?

Sabe-se que os indicadores de performance são importantes meios de determinar o sucesso das ações de gestão e manutenção de ativos, pois expressam dados que permitem prever e corrigir falhas.
Em processos de gestão e manutenção de ativos, muitos podem ser os indicadores de performance utilizados para medir o sucesso ou não das estratégias, mas dois deles podem ser considerados os mais comuns: os índices de MTBF e MTTR.
O MTBF (Mean Time Between Failures) representa o tempo médio entre falhas, enquanto o MTTR (Mean Time Between Repair) diz respeito ao tempo médio entre reparos. É preciso saber quando é esperado que um desses tempos aumente ou diminua.
Para entender melhor o papel de cada um, como melhorar MTBF e como melhorar MTTR, preparamos um material especial com suas definições, atribuições e fórmulas de cálculo.
Clique aqui para baixar gratuitamente. Boa leitura!

O que é e quais são os melhores indicadores de PPCM?

O PPCM, sigla para Planejamento, Programação e Controle da Manutenção é um importante aspecto na gestão da manutenção. Saiba mais sobre esse conceito!
PPCM é a sigla que significa Planejamento, Programação e Controle da Manutenção. O conceito diz respeito a um importante aspecto na gestão de ativos e manutenção, pois é o processo que permite prever, acompanhar e corrigir falhas no funcionamento do processo produtivo para que haja uma maior eficácia no processo produtivo.
O conceito de Planejamento, Programação e Controle da Manutenção evoluiu com o passar das décadas, à medida em que se percebeu que evitar falhas no processo de produção demanda menos tempo e resulta em menores custos.
O PPCM hoje é um importante meio de auxiliar nas tomadas de decisão em relação à gestão e manutenção de ativos, mas para que isso ocorra, os indicadores (ou KPIs) adequados precisam ser definidos com cautela. Esse trabalho é realizado com a organização de uma biblioteca pública, com catálogos e manuais técnicos em geral, e com o apoio de um software para Gestão de Manutenção e Ativos, que reúna todas essas informações em relação a máquinas e equipamentos.
Se o PPCM atinge esses objetivos, ocorrem melhorias tanto nos custos da manutenção quanto na disponibilidade dos ativos. Isso porque, ao otimizar os recursos da manutenção, suas atividades aumentam a disponibilidade da planta industrial, diminuindo os tempos de parada, otimizando a produção e aumentando os lucros.
Implementar um núcleo de PPCM em um processo produtivo é uma tarefa minuciosa, que deve reunir o máximo de informações e dados possível, sempre de acordo com as particularidades de cada processo.
Aprofunde-se no assunto e veja quais são os melhores indicadores de PPCM baixando gratuitamente o artigo que preparamos. Basta clicar aqui.

Os melhores indicadores para gestão e manutenção de ativos

Um dos fatores determinantes para o sucesso das estratégias de gestão e manutenção de ativos em indústrias e empresas é uma boa definição de KPIs, siga em inglês para Key Performance Indicators ou Indicadores de Performance, em português.
A definição de indicadores de gestão e manutenção de ativos deve ser feita da forma mais adequada às características do processo produtivo, expressando dados concretos que possibilitem uma interpretação relevante, capaz de prever falhas e otimizar as ações de manutenção preventiva, manutenção preditiva e manutenção corretiva.
Alguns termos são recorrentes quando se fala de indicadores para gestão e manutenção de ativos, e é de extrema importância que possamos entendê-los bem: o que é MTBF? O que é MTTR? O que é Backlog? O que é disponibilidade de ativos?
Preparamos um material explicando a importância da definição dos melhores indicadores para gestão e manutenção de ativos e respondendo essas e outras questões.
Clique aqui e baixe gratuitamente.

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