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A importância da ISO 55000 para o processo de Gestão de Ativos da sua empresa

Desde sua publicação, empresas no Brasil e no mundo buscam se adaptar às diretrizes da ISO 55000 e seguem os princípios da gestão de ativos. Mas, afinal, qual a sua importância para o mundo atual?
A família de normas ISO 55000 surgiu como um modelo de referência para os gestores, estabelecendo orientações para a implementação de um sistema de gestão de ativos integrado e efetivo nas organizações.
Um ativo é qualquer objeto tangível ou intangível pertencente a uma empresa, como equipamentos, um prédio, as instalações e até mesmo a frota de veículos. Ao criar estratégias para a manutenção de seus ativos, organizações garantem melhores índices de produtividade e redução de custos ao negócio. Assim, a Gestão de Manutenção e Ativos tem recebido cada vez mais atenção dentro das empresas.
A norma ISO 55000 pode ser considerada como a evolução natural das especificações do PAS 55 (Publicly Available Specification 55). Ela estabelece generalidades sobre as quais o sistema de gestão de ativos de cada organização deve ser projetado, estabelecido, implementado, mantido e aprimorado.
A ISO 55.00O está dividida em três capítulos:
ISO 55.000 – Gestão de Ativos – visão geral, princípios e terminologia – Oferece uma visão geral dos sistemas de gestão de ativos, bem como determina o seu público-alvo, os benefícios e o alcance do seu aplicativo, os princípios básicos e teóricos e o glossário que serve como um preâmbulo para iniciar um projeto de gestão de ativos.
ISO 55.001 – Gestão de ativos – sistemas de gestão – requisito – Especifica os requisitos de qualquer sistema de gestão de ativos, independentemente do tipo de organização.
ISO 55.002 – Gestão de ativos – sistemas de gestão – diretrizes para a aplicação –  Fornece diretrizes sobre o projeto e a operação de um sistema de gestão de ativos.

Entre os benefícios da ISO 55.000 para indústrias dos mais diversos segmentos, podemos citar:

  • Melhor gerenciamento de risco;
  • Rastreabilidade dos ativos;
  • Otimização do uso dos ativos em todo seu ciclo de vida;
  • Aumento da disponibilidade dos ativos;
  • Redução dos custos em reparos e aumento de produtividade;
  • Melhoria do planejamento das ações sob os ativos;
  • Reputação corporativa melhorada devido ao aumento de valor para as partes interessadas, melhor negociabilidade para produtos e serviços, alcance e superação das expectativas dos clientes;
  • Qualidade dos serviços prestados aos clientes;
  • Maximização dos resultados da empresa;
  • Segurança e conformidade com as regulamentações;
  • Cumprimento com a Responsabilidade Social e Corporativa;
  • Melhoria da sustentabilidade organizacional.

O MANUSIS 4.0, software especialista de Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela WERT SOLUTIONS, atende aos principais requisitos da ISO 55.000 e coloca sua empresa em conformidade com as normas. Saiba aqui tudo sobre o produto.

Gestão de estoque de peças MRO: características e desafios do setor

Confira aspectos teóricos e práticos para otimização de estoques MRO na sua empresa!
A gestão de estoques de itens MRO (Manutenção, Reparo e Operações) de forma estratégica é uma atividade essencial para empresas que buscam a maximização de vantagem competitiva e sua permanência em um mercado cada vez mais exigente.
Isso porque, uma boa estratégia de gestão pode reduzir significativamente os custos das empresas, além de contribuir para o aperfeiçoamento e otimização de processos logísticos.
Composto, basicamente, por peças de reposição de equipamentos, manutenção e operação de instalações, materiais de escritório e consumo, os materiais MRO constituem parte significativa do estoque geral de grandes indústrias de transformação.
Já o objetivo básico da gestão de estoque é evitar a falta destes materiais, sem que isso resulte em estoques excessivos às reais necessidades da empresa. Ou seja, o que se busca constantemente é o equilíbrio entre nível de estoque ideal e redução de custos de manutenção desses estoques, de tal forma que não se tenha material ,em excesso, nem em falta.
Para se realizar um efetivo gerenciamento de estoques, algumas atividades precisam ser bem desempenhadas dentro da empresa. Entre elas, o planejamento do estoque, a gestão da demanda (quando possível), o controle dos estoques e a constante avaliação de desempenho.
Indicadores de desempenho para a gestão de estoques
A gestão de estoques por meio de indicadores de desempenho é o ponto de partida para uma empresa obter performance best-in-class (melhores práticas) nesta atividade. Por meio destes dados, é possível direcionar os esforços de todos os colaboradores a objetivos e metas comuns, minimizando assim o desenvolvimento de atividades de menor importância.
Os indicadores de desempenho para gestão de estoques podem ser divididos em:
Indicadores de custo – São os indicadores mais utilizados para o monitoramento dos estoques. É muito comum a preocupação com o tamanho e o valor dos estoques, o que se agrava significativamente no caso do estoque MRO, já que é principalmente composto por peças com valores elevados, mesmo que em volumes baixos.
Indicadores de nível de serviço – Estão associados aos resultados da gestão de estoque, em relação à disponibilidade de produtos. Estes indicadores podem ser divididos em dois grupos de acordo com seus objetivos: o custo da falta e indicadores de monitoramento de disponibilidade.
Conformidade do processo – Indicadores de conformidade do processo monitoram os aspectos e as incertezas mais impactantes para o resultado esperado ao término de determinado processo. Ou seja, é aquele que acompanha todo o processo e é capaz de indicar os motivos pelos quais determinadas situações ocorreram.
Após a definição dos indicadores, o levantamento das informações, realização das medições e disponibilização dos resultados aos colaboradores, é preciso definir metas para checar se os resultados desejados foram alcançados. Caso a meta não seja atingida, é preciso revê-las e avaliar as razões para o não cumprimento.
O MANUSIS 4.0, sistema de Gestão de Manutenção e Ativos 100% web based e com aplicativo mobile da WERT SOLUTIONS, oferece módulos específicos – plugins que podem ser contratados de acordo as necessidades da sua empresa. Entre eles, o de MATERIAIS, que permite a criação de almoxarifados necessários à gestão de materiais de reposição, materiais de consumo, materiais de aplicação, ferramentas, EPIs, uniformes, lubrificantes. Além de funcionalidades para reserva de materiais, movimentações, inventários e transferências. Conheça aqui.

WERT fecha parceria exclusiva com a PUCPR

Com o acordo colaborativo, a Academia WERT, que oferece cursos de especialização em Engenharia e Gestão da Indústria 4.0, passa a funcionar no campus da universidade.
Em julho de 2018, a WERT SOLUTIONS e a PUCPR iniciam uma cooperação exclusiva na promoção de cursos de especialização voltados à Gestão de Manutenção e Ativos e Indústria 4.0. Todos os cursos da chamada Academia WERT agora devem ocorrer no campus da instituição de ensino.
A parceria entre as organizações existe desde 2017, quando a WERT iniciou um projeto de cooperação técnica e científica com a PUCPR, baseada no desenvolvimento de tecnologias aplicadas ao MANUSIS com foco na Indústria 4.0.
Com o novo acordo de colaboração, os cursos ofertados pela Academia Wert passam a receber a chancela da universidade, o que eleva a outro patamar a importância destes. Toda a administração de cadastros dos alunos será realizado diretamente pela PUCPR.

Conheça 7 benefícios da Gestão de Ativos para a sua empresa

Listamos 7 motivos para você adotar estratégias de Gestão de Ativos no seu negócio. Confira!

Ainda que muitas empresas tenham dúvidas quanto a viabilidade de implementação de um sistema de gestão de ativos, após a publicação da ISO 55000 em 2014, o mercado passou a compreender melhor os benefícios desta disciplina.

A Gestão de Manutenção e Ativos orienta as ações de controle de veículos, máquinas, equipamentos, entre outros, durante todo seu ciclo de vida.  Ela organiza os processos, procedimentos e atividades técnicas que envolvem os ativos, visando alcançar melhores resultados e a redução de custos.

Apesar das particularidades de cada empresa, alguns benefícios em comum podem ser alcançados através da Gestão de Ativos:

1 – Melhor desempenho financeiro
A Gestão de Ativos permite melhorar o retorno sobre os investimentos. Com isso reduz os diversos custos inerentes ao ativo e preserva seu valor.

2 – Decisões baseadas em evidências
Permite que a organização melhore a tomada de decisão. Evita erros, desvios e riscos para o negócio.

3 – Melhor gerenciamento dos riscos
Reduz perdas financeiras e melhora a saúde e a segurança dos colaboradores. Melhora a imagem da empresa perante o mercado, minimiza o impacto ambiental e social, evita multas e penalidades.

4 – Produtos e serviços de maior qualidade
Garante melhor desempenho dos ativos. Pode gerar produtos e serviços que atendam e até mesmo excedam as expectativas dos clientes.

5 – Maior conformidade
Garante a transparência em relação a requisitos legais e regulamentares. Também simplifica a adesão à padrões de gestão de ativos, políticas e processos.

6 – Eleva a sustentabilidade organizacional
Gerencia os efeitos de curto e longo prazo, gastos e desempenho, podendo melhorar a sustentabilidade das operações e da organização.

7 – Maior eficiência e eficácia operacional
A revisão e aperfeiçoamento de processos e procedimentos, eleva o desempenho dos ativos e pode melhorar a eficiência, eficácia e facilitar o atingimento das metas.
Em resumo, a Gestão de Ativos suporta a realização de valor, ao mesmo tempo em que equilibra os custos financeiros, ambientais e sociais, o risco, a qualidade de serviço e o desempenho relacionado com os ativos.

WERT SOLUTIONS inaugura escritório em Portugal

O objetivo é atender às demandas e expectativas dos profissionais e empresas européias atentas ao papel estratégico da Gestão de Manutenção e Ativos.
A WERT SOLUTIONS está sempre em busca de crescimento e expansão de negócios. E em 2018, a grande novidade é que a empresa passa a atuar também em Portugal. O objetivo é a consolidação da marca no mercado europeu e o aumento do volume de negócios globais.
Além disso, a WERT SOLUTIONS almeja atender às demandas e expectativas dos profissionais e empresas européias atentas ao papel estratégico da Gestão de Manutenção e Ativos, em sintonia com o que está estabelecido nas normas da série ISO 55.000 (PAS 55).
A opção pelo país lusitano se deu por sua localização estratégica no continente europeu. O Head of European Operations da WERT em Portugal será Alberto Jacobsen e o escritório localizado no Parque das Nações, em Lisboa.
A WERT conta com uma experiência de 14 anos no mercado brasileiro e mais de 2 anos em países como Argentina, México e Chile. A empresa atua no desenvolvimento de soluções para facilitar e, principalmente, tornar ágeis os processos de gestão de manutenção dos ativos, assegurando a busca pelos melhores indicadores de disponibilidade, mantenabilidade e confiabilidade.
O MANUSIS 4.0, software de Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela empresa, é usado por mais de 100 empresas na América Latina, com mais de 200 bases em operação e 10 mil usuários ativos. Além disso, é utilizado todos os dias por mais de 5 mil mantenedores e já ultrapassou a marca de 1 milhão de ativos gerenciados.
Entre os cases de destaque da WERT, estão multinacionais como Grupo CNHi Latam (Case, New Holland, FPT e Iveco), Comau (Service e Robotics), Grupo Copo, Simoldes (Plásticos e Aços), DSM, Unilever, Electrolux, Cosma, Grupo Knapp, Mars, Otis, Sumitomo, entre outras.

Como criar dashboards de desempenho eficazes e atraentes?

Para alcançar o desempenho esperado por sua organização, além de selecionar os KPIs apropriados para o seu setor, é preciso descobrir como medi-los e reportá-los de forma adequada e precisa.
Qualquer empresa bem-sucedida quer ser capaz de cumprir seus objetivos organizacionais com sucesso. Nesse sentido, os indicadores-chave de desempenho (do inglês, Key Performance Indicators – KPIs) desempenham um papel importante em quase todas as organizações.
Os KPIs fazem parte de um contexto maior, eles são elementos fundamentais na gestão do desempenho corporativo. Confira a seguir como criar ótimos painéis (ou dashboards) de KPIs, descrevendo cada passo necessário para que você possa implementá-los em sua própria organização.
Selecione KPIs relevantes​
Medir e monitorar o desempenho do negócio é crítico, mas escolher os indicadores de desempenho-chave errados pode ser prejudicial. KPIs pouco estruturados, ou KPIs que são muito difíceis, caros para obter a informação, ou para monitorar regularmente, são alguns exemplos.
Os KPIs certos para sua empresa precisam ser:

  • Alinhados
  • Alcançáveis
  • Incisivos
  • Precisos
  • Acionáveis
  • Vivos

Descreva os KPIs em detalhes​
Depois de selecionar seus principais indicadores de desempenho, é importante que a “ficha técnica” de cada um deles esteja claramente definida. Uma definição completa do indicador evita futuros mal-entendidos sobre suas informações.

A “ficha técnica” de um indicador precisa conter pelo menos:
Objetivo
Nome
Definição
Frequência
Fonte/fórmula
Responsável.
Essa é uma ficha básica, não se limite a ela.
Defina o tipo do seu dashboard
Antes de colocar os KPIs em seu dashboard, é importante saber que os dashboards variam em relação ao seu nível e finalidade.​
Existem três tipos principais de dashboards de desempenho:

  1. Estratégico
  2. Operacional
  3. Analítico

Embora essas sejam as principais categorias que os dashboards podem assumir, provavelmente haverá casos em que um híbrido de dois tipos pode ser necessário.
Independentemente do tipo de dashboard de KPI que você use, os gestores e a equipe devem ser capazes de obter as respostas às perguntas em tempo real e agir com todos os dados consolidados em um só lugar.​
Escolha o tipo de gráfico perfeito
Para cada KPI, você precisa definir como compartilhar as informações que você coletou. Existem vários tipos de gráficos que ficam ótimos em um dashboard, cada um ideal para um tipo diferente de indicador: gráficos de pizza, tabelas, gauges, gráficos de barras, gráficos de linhas, etc.​
Desenhe dashboards atrativos​
Usando uma  ferramenta que permita criar um layout com drag-and-drop e widgets configuráveis, qualquer um pode criar um dashboard atrativo. Posicione indicadores relacionados próximos um do outro, criando um fluxo linear que seja fácil de seguir. Use cores para trazer vida ao seu painel de desempenho e adicione benchmarks para facilitar a avaliação dos dados.​
Promova a interação​
Um dashboard precisa promover a interação entre a informação e seu leitor. As relações de dependência entre os quadrantes são uma maneira de oferecer ao leitor não apenas informações estáticas, mas também análises flexíveis.​
Mantenha seguro, mas não deixe de compartilhar​
Diferentes usuários têm acesso a informações diferentes, dependendo do seu papel na empresa, suas responsabilidades, etc. Portanto, as configurações de permissão são importantes para garantir a segurança da informação. E, ao invés de enviar um arquivo estático do Excel, você deve poder compartilhar seu dashboard com qualquer pessoa que precise da mesma informação.​
Revise, ajuste e repita​
À medida que os ambientes de negócios mudam ao longo do tempo, as organizações precisam se adaptar e se ajustar – e com os dashboards de KPI não é diferente. Trata-se de um ciclo contínuo de revisão, ajuste e repetição.​Revisões regulares são uma ótima maneira de evitar que seus dashboards fiquem pra trás.​
Dashboards são uma ferramenta incrível para aprimorar a gestão na sua empresa, não deixe de usá-los! Com o Manusis 4.0 você consegue desenvolver relatórios e dashboards personalizados para a sua empresa. Solicite uma demonstração!

Como elaborar um Plano de Rotas de Inspeção em 4 passos básicos?

Aprenda a definir um plano de rotas para cada ativo seguindo este passo a passo!
Em seu conceito fundamental, inspecionar é verificar, checar e principalmente observar se os equipamentos se encontram em suas condições ideais conforme recomendações do fabricante ou mesmo preestabelecidas pela própria empresa.
Mas qual é o papel e o impacto da inspeção nas estratégias de gestão da manutenção?
A importância da inspeção
A inspeção é um importante ponto na gestão da manutenção, isso porque identifica falhas antes mesmo destas acontecerem, o que se conhece por ”estado de falha”, diminuindo o ônus com manutenções corretivas e possíveis paradas no processo produtivo.
Faz parte do processo de inspeção o registro das anomalias identificadas e as ações para promover a sua eliminação, evitando sua reincidência.
Rotas de Inspeção
As rotas de inspeção são criadas visando maximizar o tempo, a segurança e a produtividade da execução. São atividades com periodicidade variável (diária, semanal, mensal, bimestral, etc.) que são executadas com o objetivo de detectar falhas antes que elas ocorram.
Para isso, alguns questionamentos devem ser respondidos:

  • Qual o caminho mais lógico a ser seguido?
  • Quais são os pontos vitais a serem inspecionados?
  • Quais os riscos à segurança pessoal existem no local?
  • O que deve ser inspecionado?
  • Quais os parâmetros devem ser seguidos?
  • Quais ferramentas serão utilizadas?
  • Quais EPIs serão necessários?

Plano de Rotas
Os planos de rotas servem para sistematizar tarefas de manutenção que devem ser executadas baseadas em uma periodicidade definida de acordo com a necessidade e as particularidades do processo produtivo.
É elaborado baseado na importância e criticidade dos equipamentos do processo produtivo, sendo cuidadosamente estudado a fim de estabelecer procedimentos que visam evitar que as falhas ocorram.
Com o plano de rotas em mãos, podemos entender quais serão as atividades pertinentes e qual a periodicidade em que devem ser executadas. Assim, quando a data de execução estiver próxima, a ordem de rota é gerada e executada pelo profissional ou equipe responsável.
Elaboração do Plano de Rotas
O plano de rotas será o principal guia utilizado pelos responsáveis pela inspeção toda vez em que a atividade for realizada. Por isso, deve ser de fácil entendimento e priorizar a coleta das informações chave para identificar possíveis falhas.
Defina um plano de rotas para cada ativo seguindo alguns passos:
PASSO 1 – O QUE? – Definição da Atividade
Identifique qual atividade será realizada.
PASSO 2 – QUANDO? – Definição da Periodicidade
Defina a periodicidade a qual a atividade deverá ser realizada, tendo em vista a frequência de uso do ativo, histórico de funcionamento e falhas e, principalmente, o impacto que o ativo tem sobre o processo produtivo. Pontos críticos e que podem causar prejuízos ao processo devem ser acompanhados com maior frequência.
PASSO 3 – QUEM? – Indicação da Mão de Obra
Defina quem irá executar as tarefas previstas. Para isso, avalie o tipo da tarefa e qual especialidade o inspetor deverá ter para melhor executá-la. Nesse aspecto, capacitações específicas podem ser requisitadas, por isso treinamentos de pessoal podem se tornar necessários.
Nesse ponto, estime também o tempo necessário para a execução.
PASSO 4 – ONDE? – Definição dos Pontos de Inspeção
Qual é o objeto da manutenção? Defina qual equipamento será inspecionado e em relação a quais pontos.
Leia também: quais são os itens que compõem o orçamento da Manutenção?

WERT participa do evento Transformação Digital na PUCPR

O encontro reuniu universitários e empresas para discutir os impactos da Indústria 4.0 na sociedade
Nos dias dias 18 e 19 de abril de 2018, a WERT SOLUTIONS participou do evento Transformação Digital, realizado pela Escola Politécnica da PUCPR. O encontro reuniu a comunidade acadêmica, governamental e empresarial para apresentar os projetos de sucesso que se beneficiam da Indústria 4.0 e estão contribuindo para a sociedade.
Desde 2017, a WERT mantém um projeto de cooperação técnica e científica com a instituição, baseada no desenvolvimento de tecnologias embarcadas ao Manusis 4.0 com foco na Indústria 4.0.
Além da WERT, outras 13 empresas brasileiras apresentaram na ocasião os cases de tecnologia, como Bosch do Brasil, Volvo do Brasil, Festo do Brasil, IBM, TOTVS e Rockwell Automation. Para o coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica, Ricardo Alexandre Diogo, o objetivo do evento era de apresentar para a comunidade os resultados da Indústria 4.0.
“O termo Indústria 4.0 é atual, mas ainda os resultados das tecnologias aplicadas têm sido pouco divulgados. Foi uma ótima oportunidade para conhecermos cases aplicados nas indústrias”.
Leia também: como a Indústria 4.0 impacta o futuro da Manutenção e Gestão de Ativos.

Sistema Fiep lança MBA com diplomação internacional em Indústria 4.0

Aulas começam em junho e o curso terá um módulo na Alemanha
As inovações tecnológicas digitais implantadas nos processos industriais e nas linhas de produção deram origem ao termo Indústria 4.0, que faz alusão a uma quarta revolução industrial, momento em que os sistemas em nuvem, de inteligência artificial e outras plataformas virtuais, são utilizadas para tornar os processos mais eficientes, autônomos e conectados a toda a cadeia de valor. Entretanto, mesmo com o espaço produtivo sendo ocupado cada vez mais por inovações, é necessário um aperfeiçoamento também dos profissionais e das lideranças capazes de criar valor efetivo e sustentável,  em meio a tantas alternativas digitais para melhorar a produtividade das empresas.
Por isso, o Sistema Fiep, por meio das Faculdades da Indústria, lança um MBA focado em indústria 4.0. Abrangendo tanto a parte da engenharia como a da gestão da indústria, o MBA em Liderança para Transformação Digital e Indústria 4.0 está com inscrições abertas e terá um módulo internacional em parceria com a SIBE (School of International Business and Entrepreneurship) da Stenbeis University Berlin, na Alemanha. O módulo garante a dupla diplomação e os custos com passagens, hospedagem, parte da alimentação e ainda tour por empresas referência em indústria 4.0 da região de Baden-Württemberg já estão inclusos no valor do MBA.
De acordo com o Gerente de Operações do Sistema Fiep, Fabricio Luz Lopes, por ter o foco principal na gestão da indústria 4.0, o MBA se diferencia por preparar lideranças industriais efetivas frente aos desafios da nova economia. “O movimento da indústria 4.0 não é algo que a indústria consegue fazer sozinha. É preciso conhecer as necessidades e estabelecer parcerias com startups, por exemplo. Por isso, o MBA vai preparar as pessoas para liderarem o movimento de transformação digital dentro de seus ambientes de trabalho, criando a capacidade de tomar decisões e até mesmo reconhecer quem são as pessoas que elas precisam contratar para sair do mundo offline e ir para o mundo digital”, detalha.
Segundo ele, os módulos do MBA foram planejados a partir de uma pesquisa e aproximação com as indústrias e com especialistas do tema para estabelecer os principais desafios e prioridades com relação às temáticas que envolvem a indústria 4.0.
As matrículas estão abertas e as inscrições podem ser realizadas aqui.
Leia também no blog da WERT: como preparar a sua empresa para os impactos da Indústria 4.0.

Wert participa do IV Fórum Discuta Lean Sul

Evento discute a melhoria contínua como base para a Indústria Avançada 4.0.
No dia 13 de abril, a WERT SOLUTIONS participa do IV Fórum Discuta Lean Sul, que será realizado no Hotel Monthez, em Brusque (SC). Em 2018, o evento tem como tema “Consolidando a Melhoria Contínua como base para a Indústria Avançada – 4.0”.
Na ocasião, o CEO da empresa, Rodrigo Rotondo, realizará a palestra “Gestão de Ativos 4.0”. Outros temas que integram a programação são Indústria 4.0, Manufatura Avançada, produtividade, desdobramento da estratégia empresarial, Lean Logística, Sistema Integrado a Manufatura, treinamento e mudança de cultura.
De acordo com os organizadores, o Fórum Discuta Lean tem como objetivo compartilhar conhecimento através de palestras e cases baseados na filosofia lean proporcionando um ambiente para networking.
As inscrições para o evento estão encerradas. Mas, caso tenha interesse, você pode se inscrever AQUI em uma lista de espera.
Leia também no blog da WERT: por que investir em um sistema de gestão de ativos?

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