Gestão de Manutenção

Saiba como utilizar IoT para a análise de riscos!

A Internet das Coisas, ou IoT (Internet of Things), é uma tendência que traz muitas vantagens para atividades estratégicas do negócio. São dezenas de dispositivos interconectados com sistemas que coletam e transmitem informações para automatizar uma série de tarefas e garantir maior produtividade e segurança à empresa.

Apesar das vantagens, existe uma preocupação relevante no que se refere à segurança desses dispositivos. Se não forem configurados adequadamente, podem representar uma porta aberta para invasões e roubo de dados.

Por isso, neste artigo você vai conferir como utilizar IoT como ferramenta de segurança ao realizar análises de riscos. Ao mesmo tempo, entenda quais cuidados são necessários para bloquear vulnerabilidades em potencial!


 

Como utilizar IoT para análise de riscos?

Quando se fala em monitoramento de riscos via dispositivos IoT, o mercado de segurança já tem certa familiaridade por meio das câmeras IP. Elas se conectam a redes de internet e podem ser gerenciadas a distância para gravar, armazenar e enviar imagens somente ao detectar movimentos, por exemplo.

Modelos mais avançados conseguem distinguir objetos e pessoas, e delimitar perímetros de risco. Com isso, o sistema conectado à câmera pode alertar o usuário caso alguém adentre em uma área sem autorização.

Outros tipos de dispositivos IoT podem ser utilizados para avaliar riscos e intervir quando necessário. Eles são muito comuns em smart houses, nas quais é possível até controlar equipamentos a distância, como trancar portas, ligar luzes, gravar programas de TV e ajustar o termostato. Se algum equipamento é movido, ou se portas foram arrombadas, como no caso de um furto, o usuário recebe uma notificação.

Ao passo que as tecnologias de inteligência artificial se aperfeiçoam, os dispositivos começam a reconhecer padrões e detectar riscos à segurança. Dessa forma, os equipamentos conseguem identificar perigos de modo mais ativo e emitir alertas mais acertados. Alguns exemplos inovadores envolvem:

  • Rastreamento de pessoas em ambientes: controla onde estão os colaboradores na planta do prédio, alertando quando um colaborador ultrapassar um perímetro de segurança definido, como a distância mínima de um equipamento perigoso ou quando o colaborador tiver um mal súbito acionando algum botão pré-configurado no smartphone;
  • Reconhecimento facial: destrava fechaduras para a entrada de pessoas autorizadas e emite alertas na presença de intrusos;
  • Rastreamento de cargas: dispositivos com IoT podem acompanhar a viagem da carga e informar sua localização em tempo real;
  • Drones: podem circular por áreas mais extensas para capturar imagens em tempo real, auxiliando em rondas preventivas, sem colocar funcionários em risco, por exemplo, inspeções de telhados

Como utilizar esses dispositivos em manutenções de equipamentos?

A tecnologia IoT traz muitos benefícios para o chão da fábrica, uma vez que dispositivos conectados podem transmitir informações em tempo real sobre o status de cada máquina. Esse monitoramento constante por meio de sensores wireless e softwares de gestão possibilita a rápida tomada de decisões do gestor de manutenção, sempre baseada de dados.

Esses dispositivos podem ser integrados a dispositivos móveis, trazendo informações rápidas para que decisões sejam tomadas de modo mais seguro.

A ideia é que essas informações coletadas de todas as máquinas e sensores sejam armazenadas em um banco de dados único e integrado aos demais softwares gerenciais do negócio. Dessa forma, o sistema faz as devidas análises e traduz os dados por meio um de painel intuitivo e de fácil interpretação para permitir a rápida intervenção.

Há casos em que a própria máquina ou equipamento pode, sem intervenção humana, solicitar uma manutenção porque algoritmos de sistema de gestão identificaram dados que informam que a máquina acabou de entrar em estado de falha!

É importante ressaltar que, ao utilizar IoT, criam-se planos de segurança para que os dados não sejam perdidos ou roubados. Hoje essa é uma grande preocupação das empresas quando falamos em Internet das Coisas. Ao mesmo tempo, não podemos abrir mãos das vantagens que esses dispositivos podem  trazer à gestão de ativos e monitoramento.

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Metas de produtividade: como podem ajudar as equipes a aumentarem seu rendimento.

Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar serve, certo? Errado. Especialmente quando nos concentramos no meio corporativo, a falta de metas pode ser desastrosa para o negócio. Metas e produtividade são conceitos que andam de mãos dadas, e se você deseja alavancar os resultados da sua empresa, é preciso não somente defini-las, mas também saber mensurar o desempenho das suas equipes.

Desejamos com esse texto ajudá-lo a aumentar a produtividade dos seus colaboradores com base no melhoramento de processos e principalmente pela definição de metas. Saiba mais!

O que são metas?

Antes de entender o que são metas, é importante esclarecer o conceito de “objetivo”. Este se refere a um alvo, uma descrição detalhada e concreta do que se deseja alcançar. O objetivo é algo estratégico e mais abrangente. Dentro do meio corporativo, podemos definir o lançamento de um novo produto/serviço no mercado, a abertura de uma nova unidade, a implantação de um novo software etc. Para chegar lá, é preciso planejar cada etapa, ou degrau. Aí que entram as metas.

Metas são tarefas ou resultados específicos para se chegar a um objetivo final. Elas apresentam prazos e números exatos. Por exemplo, se o objetivo é aumentar a produção em 30%, o que será necessário? Investir em maquinário? Aumentar as vendas? Atrair mais clientes? Otimizar processos? Treinar colaboradores? Na maior parte dos casos, sua equipe vai estar envolvida. Então, como as metas podem ajudá-los? É o que veremos.

Como a definição de metas pode motivar a produtividade das equipes?

Para avaliar se a sua equipe está sendo produtiva, é necessário descobrir se estão fazendo o que foi planejado. E o planejamento envolve a definição de metas. Qualquer processo que seja implementado na empresa, na gestão de manutenção, por exemplo, necessita de metas. Servirá tanto para o gestor avaliar seus colaboradores, como para a própria equipe fazer um diagnóstico do seu próprio desempenho.

Seu time precisa saber qual a entrega do dia, da semana, do mês — e por que não do semestre? Isso vai ajudá-lo também a definir prioridades, entregando um foco maior ao trabalho realizado. Empresas que têm metas conduzem os processos com olhos fixos nos resultados esperados. Ao passo que resultados parciais são alcançados, o fôlego se renova para seguir adiante. Em casos de atrasos, é possível fazer ajustes para evitar prejudicar a produção final.

Como gerenciar as metas de produtividade?

Para que a equipe se mantenha produtiva e motivada, é preciso ter alguns cuidados na definição de metas:

  • defina prazos: tudo precisa ter um dia certo para ser alcançado ou concluído;
  • trabalhe com indicadores: as métricas são essenciais para mensurar os resultados em diversos aspectos da gestão;
  • estabeleça prioridades: cada etapa tem sua prioridade. Não se distraia com tarefas não essenciais, especialmente quando os prazos estão apertados;
  • defina metas concretas e alcançáveis: metas sucessivamente não alcançadas costumam drenar a motivação. Então leve em conta as limitações dos recursos materiais e humanos;
  • seja positivo: o gestor precisa expressar que confia na sua equipe e que o objetivo será alcançado.

Uma ótima dica para gerenciar indicadores e bater metas é por meio de softwares de gestão especialistas. Essa tecnologia registra e reúne dados sobre a produção das equipes, sendo capaz de organizar a rotina dos processos industriais. O sistema é todo automatizado, dispensando anotações em formulários ou planilhas. A emissão de relatórios em dashboards de fácil interpretação agilizam a análise dos resultados.

 

Toda empresa que deseja alcançar resultados satisfatórios e garantir a motivação da sua equipe define metas alinhadas aos seus objetivos de negócios. É possível fazer essa gestão de modo eficaz, com foco em resultados, adotando tecnologias de gerenciamento, facilitando a rotina administrativa e garantindo processos mais enxutos e otimizados.

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Menos burocracia e mais produtividade na gestão de manutenção!

A burocracia é normalmente vista como um conjunto de exigências que traz maior morosidade aos processos. Por isso, é encarado como um problema e o antônimo de agilidade, eficiência e também produtividade na gestão de manutenção.

É verdade que toda empresa precisa burocratizar (ou formalizar) suas operações — isso no sentido real da teoria administrativa. Acontece que o excesso de exigências e o complexo gerenciamento das informações tornaram um caos a rotina de muitos empreendedores, comprometendo também a produtividade das equipes.

Por isso, trazemos neste post algumas soluções que visam desburocratizar as atividades no setor de manutenção. Conheça as tendências e melhores práticas do mercado para dar maior agilidade aos processos!

Digitalização dos registros

Burocracia é símbolo de papéis. É verdade que a gestão há anos utiliza formulários e documentos impressos para fazer registros. Mas esse cenário já mudou. Estamos na era da transformação digital. Esses novos recursos são indispensáveis para empresas que desejam iniciar um processo de desburocratização.

Arquivos digitais e a nuvem têm substituído armários e pastas com papelada, reduzindo custos e espaço e garantindo maior eficácia no gerenciamento dos documentos.

Essa digitalização pode ser feita por meio de softwares de gerenciamento especialistas no setor da gestão de manutenção, conhecidos como EAM (Enterprise Asset Management). São plataformas que permitem:

  • dar acesso a diversos usuários para acessar e registrar dados;
  • gerenciar informações de diferentes unidades do negócio;
  • reunir registros em uma única plataforma;
  • automatizar coleta de dados por meio de dispositivos IoT (Internet das Coisas).

Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria A.T. Kearney, publicada na revista Industry Week pesquisou 558 empresas em que o uso de software de gestão de empresas conseguiu:

  • aumentar a produtividade global dos processos em 28,3%;
  • reduzir em 20,1% o tempo de inatividade dos equipamentos;
  • economizar 19,4% no custo dos materiais.

Mobilidade e acessibilidade

Um dos grandes desafios impostos pela burocracia é a necessidade da presença física para a aprovação de relatórios, assinaturas, concessão de acesso a dados etc. O ideal é adotar ferramentas de gestão que possam garantir a constante disponibilidade dos registros aos colaboradores autorizados.

Existem no mercado tecnologias de softwares de gestão integradas a aplicativos para celulares e tablets, sistemas de assinatura digital, armazenamento em nuvem, entre outros. São instrumentos que permitem ao gestor acessar e gerenciar os processos de manutenção onde quer que esteja.

Autonomia

Grande parte da burocracia ocorre pela dependência que as equipes têm dos seus gestores. Por isso que é fundamental mudar a cultura da empresa e estabelecer uma relação de trabalho que forneça aos funcionários maior autonomia para realizar suas tarefas.

Lembre-se que autonomia não é sinônimo de independência. Na verdade, significa que seu colaborador poderá ter maior liberdade de atuação dentro da cultura organizacional e das diretrizes definidas para o seu setor. Suas equipes serão mais eficientes, terão maior sentimento de pertencimento e boa parte dos processos burocráticos será reduzida.

Atualização e simplificação de processos

Os tempos mudam. Surgem novas leis, algumas obrigações deixam de ser necessárias, procedimentos se tornam obsoletos e os processos da empresa precisam ser revistos. Mesmo que certas tarefas ainda tenham validade, é necessário analisar de forma crítica se realmente estão sendo eficientes ou se podem ser substituídas ou abandonadas.

Muitos gestores de manutenção podem se apegar a sistemas antiquados que não agregam nenhum valor ao negócio ou ao seu setor. Por isso, a ideia é atualizar e simplificar os procedimentos para que ocorram da forma mais fluida possível.

Umas das chaves para garantir maior produtividade na gestão de manutenção é se livrar de processos burocráticos inúteis. Muitos deles se tornam um gargalo que impedem o crescimento do negócio e a satisfação das equipes na realização dos seus trabalhos.

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Gestão de ativos: saiba como descomplicar os processos internos da indústria!

A gestão de ativos engloba uma série de processos que garantem a supervisão e o bom funcionamento de equipamentos, máquinas, ferramentas e instalações industriais. São ações estratégicas que evitam paradas na produção em virtude de quebras e impedem a sangria dos recursos financeiros proveniente de intervenções de manutenção ineficientes.

Apesar da grande relevância do setor, muitas empresas ainda enfrentam alguns desafios para organizar suas operações de manutenção. Pensando nisso, preparamos este post a fim de compartilhar com você algumas dicas para descomplicar sua gestão de ativos e garantir os melhores resultados!

Quais as principais dificuldades na gestão de ativos?

Ao passo que o mercado fica cada vez mais competitivo, os gestores sofrem grande pressão para apresentar números satisfatórios do negócio. A ideia é sempre alcançar o máximo de produtividade e mitigar custos. Por isso, a gestão de ativos tem como responsabilidade gerenciar todo o ciclo de vida dos bens físicos do empreendimento.

Quando o setor funciona bem, ele pode até ficar invisível na empresa. Por outro lado, falhas podem atrapalhar toda a produção e gerar prejuízos financeiros. Esses problemas podem surgir por causa do mau gerenciamento de informações ou pela falta de processos bem-definidos.

E é aí que reside boa parte dos problemas. Sem uma plataforma que reúna e cruze os dados, fica muito difícil organizar tantos registros, em especial no setor industrial que conta com diversos equipamentos. Por isso, integrar os dados é o grande desafio.

Como descomplicar os processos?

Adote um software mais completo

A tarefa de gerir ativos não é fácil. São diversos processos: avaliar a necessidade de compras, armazenar produtos em condições adequadas, capacitar colaboradores para as operações, controlar o consumo de insumos, montar cronogramas de manutenção etc. O trabalho pode ser ainda mais complexo quando o negócio tem várias unidades.

Felizmente é possível contar com softwares para lidar com tantas informações e automatizar muitas dessas tarefas. Mas é importante que a ferramenta forneça uma solução completa, englobando suporte a:

  • multiunidades;
  • aplicativo mobile;
  • dispositivos IoT(Internet das Coisas);
  • integração com outros softwares;
  • customização para atender às necessidades específicas do negócio.

Vale ressaltar que é importante buscar um software Enterprise Asset Management (EAM), pois são sistemas especializados no gerenciamento de ativos da empresa, fornecendo as ferramentas necessárias.

Crie indicadores para a gestão de ativos e manutenção

Os indicadores de desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicators), são ferramentas de gestão usadas para quantificar e avaliar os resultados que expressam em números a qualidade dos processos. Com eles, os dirigentes conseguem ter uma visão mais clara sobre os resultados da empresa e assim propor estratégias para corrigir ou aprimorar as operações.

Entre os principais indicadores podemos listar:

  • disponibilidade: grau percentual em que um ativo físico está em condições adequadas para operar;
  • confiabilidade: probabilidade de um ativo funcionar sem falhas;
  • tempo médio entre falhas (MTBF): tempo de operação entre uma falha e outra, sem contar o tempo de correção;
  • tempo médio de reparação (MTTR): tempo necessário para o conserto.

Vale ressaltar que um software consegue levantar essas métricas de modo automático e emitir relatórios de fácil compreensão por meio de dashboards atraentes e eficazes.

Defina um plano de manutenção

A manutenção é uma das principais áreas da gestão de ativos. Aliás, um dos principais objetivos desse gerenciamento e garantir que as instalações e máquinas da fábrica permaneçam em condições adequadas para funcionar com o máximo de produtividade. Deve existir um planejamento para que o sistema de manutenção aumente a disponibilidade e a vida útil dos equipamentos. As intervenções de prevenção e correção devem ocorrer de modo a não interferir na produção.

Sem dúvida, a tecnologia é um grande aliado da gestão de ativos. É o principal caminho para garantir que o gestor vença os desafios e descomplique os processos internos da organização. A empresa que entra nessa nova realidade sai na frente, ganha em qualidade e em competitividade no mercado.

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O que é engenharia de manutenção e como pode ser crucial para rentabilidade e processos empresariais.

O mercado em que atuamos hoje é dinâmico e acelerado. As mudanças são cruciais e constantes e empresas de qualquer lugar do mundo podem ser nossa concorrência. Neste cenário, a Engenharia de Manutenção tem se destacado como uma vantagem competitiva e um fator fundamental na hora de otimizar processos, orçamentos, produção e equipamentos.

O que é engenharia de manutenção?

A engenharia de manutenção é uma especialidade multidisciplinar porque requer conhecimento de vários processos e áreas da empresa — desde equipamentos a orçamentos. Sua finalidade é otimizar os mecanismos empresariais para que as operações funcionem da melhor maneira possível. Esse campo teve um rápido desenvolvimento a partir da Revolução Industrial, já que as máquinas começaram a ser usadas cada vez mais na produção.

Falar de engenharia de manutenção é falar de Análise RAM – ReliabilityAvailability Maintainability, ou seja, Confiabilidade, Disponibilidade e Capacidade de manutenção. O objetivo dessa abordagem é avaliar o desempenho de equipamentos, processos e afins para reduzir consideravelmente gastos e tempo, aumentando a produtividade e diminuindo as falhas.

A Confiabilidade determina por quanto tempo um equipamento ou processo consegue desempenhar sua função. A Disponibilidade é a porcentagem de tempo em que esse equipamento este funcionando e servindo a sua função. A Capacidade de manutenção representa o grau de facilidade ou dificuldade para um funcionário realizar a manutenção dentro de um prazo.

Ter consciência destes pontos pode ser um diferencial, principalmente em sistemas grandes e complexos. Quanto maior é a empresa, maior também pode ser o prejuízo e os detalhes a levar em consideração.

 


Passo a passo para uma correta aplicação da engenharia de manutenção

  1. Encontre a raiz dos problemas. Identifique os motivos das falhas nos equipamentos, processos e demais componentes da sua empresa, estabelecendo uma hierarquia de prioridades.
  2. Otimize a manutenção. Verifique se possui materiais de engenharia de manutenção e se estão funcionando perfeitamente.Use um controle de estoque e qualidade dos materiais. Facilite ao máximo o trabalho dos técnicos e responsáveis pela manutenção.
  3. Aperfeiçoe os processos de trabalho. Uma vez identificadas as falhas e travas, garanta a fluidez do trabalho para minimizar confusões, erros e acontecimentos inesperados. Simplifique procedimentos, dê atenção à comunicação e peça a colaboração de todos os envolvidos no fluxo.
  4. Capacite seus profissionais. Disponibilize treinamentos e materiais, tanto para quem é novo como para quem já trabalha na empresa. Isso também permite alinhar os processos de trabalho para todo mundo falar a mesma língua.
  5. Automatize processos. Aproveite as vantagens da tecnologia para aumentar a produtividade. Hoje, há sistemas de gestão de manutençãoque facilitam, e muito, as operações de qualquer empresa.

Toda empresa responsável deve considerar seriamente a aplicação de estratégias, processos e recursos que ajudem no seu crescimento. A engenharia de manutenção oferece essa visão ampla e estratégica sobre o seu negócio. Quer saber mais sobre a gestão de ativos e receber conteúdos elaborados para ajudá-lo(a) a ter sucesso? Inscreva-se na nossa newsletter!

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