Gestão de Manutenção

Porque ter uma Gestão de manutenção na sua empresa

Em muitas empresas, as manutenções ainda ocorrem em caráter emergencial. Sem uma gestão adequada, as falhas surgem e são corrigidas quando já geraram transtornos ao negócio. Uma gestão da manutenção empresarial serve exatamente para evitar esses episódios.

Neste artigo, você vai conferir os principais benefícios da gestão da manutenção. Descubra por que vale a pena implementar essa cultura!

Traz maior eficiência ao trabalho

Quando um plano de manutenção é aplicado de forma inadequada, causa interrupções desnecessárias no processo produtivo e gera perda de recursos. Por exemplo, convocar um número de funcionários maior do que é necessário representa uma perda financeira.

O gestor precisa entender o negócio e concluir o que é mais importante para definir onde, como e quando uma intervenção precisa ser feita. Uma boa gestão de manutenção garante que todo o trabalho seja bem organizado, evitando transtornos nos demais setores.

Promove intervenções programadas e eficientes

Somente conhecendo como a empresa trabalha é possível agendar manutenções que não interfiram no fluxo dos negócios. Para isso, a gestão leva em conta o nível de prioridade de cada equipamento, avaliando o impacto que cada um tem no funcionamento da empresa.

A gestão da manutenção empresarial ajuda no controle de custos

Ao passo que a empresa define um orçamento para a área de manutenção, o gestor precisa trabalhar dentro do limite e custos disponível. Por outro lado, seu trabalho pode ajudar a reduzir custos dentro da organização. Como assim?

Ao prevenir falhas e indisponibilidades desnecessárias, a gestão consegue eliminar custos originados de reparos mais onerosos. Por exemplo, seja na fabricação de produtos, seja na área de serviços, uma máquina fora do seu funcionamento normal pode consumir mais insumos e energia do que o normal, além de ter reduzido o seu potencial de produção.

Garante a conformidade com as leis

Uma gestão de manutenção contribui para que as tarefas sejam realizadas dentro das normas legais de segurança do trabalho. Por exemplo, pode haver regulamentações que exijam a presença de dois ou mais funcionários para operar uma determinada tarefa, caso contrário, a empresa poderia estar sujeita a multas.

Implementa tecnologias de monitoramento e controle

O gestor da área de manutenção também é responsável por buscar tecnologias que melhorem o controle e o monitoramento das atividades do setor. Por exemplo, existem muitos softwares de gestão integrados a aplicativos em dispositivos móveis que facilitam o preenchimento de formulários, a emissão de ordens de serviço, a troca de dados e o armazenamento das informações. Dessa forma, o gestor pode acompanhar tudo em tempo real, garantindo a agilidade nas atividades de manutenção.

Contribui para uma comunicação mais eficiente

Somente com uma gestão de manutenção empresarial bem organizada é possível implementar mecanismos que facilitem a comunicação rápida entre colaboradores e técnicos, a fim de que as chamadas sejam prontamente atendidas. Uma boa comunicação promove mais engajamento e compromisso a toda a equipe.

Reduz imprevistos e eleva a eficiência operacional

Ao adotar ferramentas avançadas de gerenciamento, o gestor consegue ter em mãos dados suficientes para gerenciar manutenções preditivas e preventivas, reduzindo o número de falhas e paradas em equipamentos.

Com esse monitoramento inteligente, conectado e em tempo real, o gestor terá sempre informações valiosas que vão dar subsídios à tomada de decisões não somente em seu setor, mas em toda a organização.

Uma gestão de manutenção empresarial bem implementada e munida das ferramentas certas é capaz de trazer ganhos estratégicos à empresa. É uma área que precisa ser bem organizada para garantir a segurança e o bom fluxo de trabalho nas demais atividades do negócio.

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Tipos de Manutenção: tudo o que você precisa saber

A gestão da manutenção é uma atividade essencial para garantir maior disponibilidade, segurança e durabilidade aos ativos da empresa. Existem, no entanto, diferentes tipos de manutenção, e cada um deles apresenta vantagens e desvantagens que precisam ser consideradas pelo gestor.

A NBR 5462 prevê três tipos de manutenção: corretiva, preventiva e preditiva. Muitos profissionais acabam confundindo esses conceitos, o que pode impactar os níveis de disponibilidade, produtividade e confiabilidade da infraestrutura.

Por isso, vamos apresentar esse conceito e de que forma eles se aplicam no trabalho do gestor de manutenção!

Qual a importância da gestão da manutenção?

Quando a gestão da manutenção é bem conduzida, a empresa consegue elevar significativamente a eficiência das suas operações. Entre as principais vantagens, encontramos:

  • maior segurança no trabalho, uma vez que as intervenções podem ser feitas antes que as falhas ocorram, reduzindo o risco de acidentes;
  • melhor eficiência operacional nas máquinas, pois é possível alcançar um melhor desempenho por funcionar em condições ideais;
  • maior vida útil dos equipamentos por adotar práticas de manutenção que dão atenção a cada componente dos ativos;
  • mais motivação na equipe, porque os colaboradores operam com base em análises e soluções de problemas do dia a dia, o que traz maior satisfação no trabalho.

Poderíamos enumerar uma lista enorme de benefícios de uma boa gestão de manutenção, mas entenda que tipos de manutenção é necessário considerar.

Quais os tipos de manutenção?

Manutenção corretiva

Trata-se do mais antigo tipo de manutenção, que ocorre apenas quando ocorre uma quebra, ou mau funcionamento. Assim, é uma intervenção que entra em cena para corrigir falhas para que os equipamentos voltem às suas funções habituais.

Nem sempre elas são conduzidas em momentos de emergência porque elas podem ser feitas também para elevar o desempenho do equipamento, momento em que um estado de falha é detectado, mesmo que ele ainda esteja disponível. Por isso, ela pode ser dividida em dois tipos:

  • planejada: normalmente ocorrem em decorrência de falhas que deixam a máquina sem funcionar, sem a possiblidade de previsão;
  • não planejada: é feita quando os profissionais percebem quedas no desempenho, de modo que é possível programar uma parada para a correção.
Manutenção preventiva

A manutenção preventiva visa evitar que falhas surgem nas máquinas e em seus componentes. Dessa forma, ocorrem de forma periódica para realizar trocas de componentes, avaliar desgastes ou detectar avarias.

Normalmente são programadas seguindo um intervalo específico, como quilometragem, horas de trabalho ou ciclos de operação.

Manutenção preditiva

Essa é uma abordagem na gestão da manutenção mais recente. Utilizam-se parâmetros de controle para fazer intervenções. Para isso, o gestor utiliza softwares e equipamentos específicos para monitorar e avaliar as condições e o desempenho das máquinas em tempo real.

Assim, diferentes sistemas são acompanhados — mecânicos, pneumáticos e hidráulicos —, de modo que qualquer alteração pode ser identificada e investigada para evitar futuras falhas.

É importante que a gestão de manutenção avalie todos os tipos de manutenção e decida qual delas apresenta o melhor custo-benefício considerando a importância de cada máquina nos processos produtivos da empresa.

Em algumas situações, é melhor trocar um componente quebrado do que arcar com custos de monitoramento de uma manutenção preditiva, por exemplo. Em todo o caso, a tecnologia sempre será importante nesse processo, garantindo maior exatidão na tomada de decisões.

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Gestão de manutenção e Ativos: Estratégia para maximizar a eficiência na sua organização

O desempenho dos processos industriais está em grande parte relacionado à qualidade da gestão da manutenção. Quedas de performance nos equipamentos podem acarretar atrasos, elevação nos custos de produção e até perda de competitividade no mercado. Por isso, é fundamental buscar uma estratégia para aumentar a eficiência na manutenção de ativos.

Neste artigo você vai entender na prática como as soluções do MANUSIS trouxeram maior eficiência a diferentes empresas por meio de estratégias inteligentes e bem-sucedidas.

A mobilidade como estratégia para aumentar a eficiência na manutenção de ativos

Segundo um estudo encomendado pela Samsung e realizado pela Oxford Economics, 80% dos participantes afirmaram que seus colaboradores não conseguem ser eficientes sem seus smartphones. Três quartos deles afirmaram que os dispositivos móveis são essenciais para o fluxo de trabalho em seus negócios.

Em muitas empresas, a mobilidade é vital para a organização do trabalho. Por que a gestão de manutenção não pode tirar proveito desse recurso? Os smartphones e tablets facilitam a gestão de ordens de serviço, controle e obtenção de indicadores e gerenciamento de informações.

Em um de nossos projetos, uma rede de hospitais de referência gerava mais de 1.500 ordens de manutenção por mês anexadas a outros documentos a fim de informar dados suficientes para execução das atividades dos mantenedores. Eram mais de 7.000 folhas de papel impressas todo mês, com mais de 100 impressoras espalhadas pelas instalações para que a informação chegasse às mãos dos seus técnicos de manutenção.

Para isso, era necessário manter uma equipe de 5 pessoas dedicadas a digitar os dados escritos nas OMs em um sistema de forma a ter informações para tomada decisões. A questão era que, mesmo com todo esse processo, a tomada decisões ainda não existia, pois quando a informação era inserida no sistema, já havia passado de 15 a 20 dias.

Com o Manusis 4.0, os processos de manutenção foram digitalizados. Com isso, os resultados foram surpreendentes:

  • 100% das ordens de manutenção são digitais e processados pelo Manusis Mobile
  • com a funcionalidade de Programação em Tempo Real, usa-se 2/3 do tempo anterior para receber uma ordem e estar no local de execução;
  • a produtividade da equipe de manutenção aumentou em 10%;
  • o ciclo de vida das ordens de manutenção caiu pela metade.

O papel da Industrial Internet of Things na gestão da manutenção

Com a Internet das Coisas, todos os equipamentos e ativos da empresa podem ser conectados a um sistema de gerenciamento para fazer um monitoramento continuado e preciso.

Há mais de 10 anos, uma das maiores empresas mundiais de construção de máquinas pesadas utiliza o Manusis. Há pouco mais de 2 anos, iniciamos um projeto de IIoT — Industrial Internet of Things —, conectando suas principais máquinas ao Manusis.

Esse projeto permitiu o monitoramento em tempo real de seus ativos, detectando falhas, ponto de preditiva e contadores. Ao integrar máquina e software, foi possível implementar conceitos profundos de manutenção pautados em condição e manutenção baseada em tempo, extraindo o máximo da disponibilidade de seus ativos.

Na prática, a própria máquina emite um alerta ao software sobre a existência de uma falha, e o sistema dispara automaticamente uma ordem de manutenção, direcionando para o Manusis Mobile do responsável pela máquina. Esse processo automático reduz o tempo de resposta em mais de 40%.

A eficiência trazida pelo Machine Ledger Digital

O Machine Ledger é um documento com um registro completo sobre o histórico de todos os componentes de um equipamento. Esse gerenciamento é trabalhoso e demorado.

Por exemplo, em um de nossos projetos no segmento automobilístico, o técnico de manutenção tinha que imprimir páginas e páginas de checklist, ir à linha de montagem para executar as atividades do checklist, registrar todos os pontos, voltar ao computador para registrar esse histórico de informações, imprimir um relatório final e voltar a cada máquina para registrar os apontamentos do seu checklist no prontuário (machine ledger) de cada equipamento. Esse processo que levava em média 8 horas para uma linha com 20 ativos principais.

Adicionando o Manusis à essa equação, todo esse processo foi digitalizado, e o tempo médio para execução caiu para 3 horas e meia com a utilização do módulo de Machine Ledger Digital.

Como você pôde perceber, em todos esses casos a adoção de tecnologias inteligentes de monitoramento, de gestão e de automação são essenciais. São a principal estratégia para aumentar a eficiência na manutenção de ativos.

Leve essa eficiência para a sua gestão de manutenção! Experimente gratuitamente o Manusis 4.0 agora mesmo!

Veja como IoT revoluciona sua empresa. Conheça o Manusis Connect!

Você certamente já ouviu falar em Internet das Coisas (Internet of Things), e a revolução que ela tem feito em eletrodomésticos, dispositivos e automóveis, mas o quanto você sabe sobre os benefícios da IOT na gestão de manutenção das empresas?

Alguns dos principais benefícios desse conceito para as indústrias são: a redução de paradas nas operações, melhorias no uso dos ativos, rapidez na tomada de decisões, melhoria na produção, enfim, a lista é enorme.

Embora a IoT pareça futurista, ela já se faz presente na rotina das indústrias 4.0, ou seja, indústrias que conseguem conectar máquinas, dados, sistemas e pessoas.

Se o conceito parece interessante, espere até você conhecer o Manusis Connect, uma ferramenta capaz de conectar sistemas e máquinas, monitorar parâmetros de processos em tempo real e detectar falhas nas máquinas antes mesmo que elas aconteçam, tudo isso utilizando como base o conceito de IoT citado acima.

Eleve sua empresa ao patamar das indústrias 4.0 com Manusis!

Para que você enxergue todo o valor por trás do Connect, é importante que você conheça antes o Manusis 4.0; um sistema de gestão de manutenção e ativos 100% web based, ou seja, pode ser operado a qualquer hora e em qualquer lugar, e é completamente desenvolvido em plataforma online.

Essa ferramenta foi desenvolvida para atender especificamente às necessidades da indústria 4.0, além das diretrizes estabelecidas pelo WCM (World Class Manufacturing). Além disso, possui conexão com CLPS e supervisórios de máquinas e sistemas.

Com isso, ações podem ser automatizadas, custos podem ser reduzidos e os processos podem se tornar mais ágeis. E não para por aí, confira algumas das principais especificidades da ferramenta:

  • Amazon Web Services: O Manusis 4.0 utiliza o sistema de hospedagem da AWS (Amazon Web Service), considerado o mais seguro e eficiente pela Gartner;
  • Sistema Multi-Unidades: Além disso, ele permite a visualização (com base em permissionamentos) de diversas unidades de uma corporação;
  • App Mobile: O Manusis possui também uma versão em app que funciona on ou offline, garantindo mais agilidade e organização aos usuários;
  • Multi-idiomas: Por fim, a ferramenta está disponível em 5 idiomas diferentes – Português (BR e PT); Inglês; Espanhol e Italiano.

Por fim, o Manusis 4.0 possui diversos módulos básicos e específicos, além de plugins que podem ser contratados de acordo com as necessidades particulares de cada empresa. E onde o Manusis Connect entra nessa história? Confira no próximo tópico!

Manusis Connect – Unindo sistemas e máquinas em prol de uma fábrica inteligente!

Lançado em 2018, o Connect é um produto que pertence ao sistema Manusis. Seu principal objetivo é colocar uma empresa na era da indústria 4.0, ou seja, ele é quem unirá dispositivos e máquinas a todas as vantagens do Manusis citadas anteriormente, trazendo mais produtividade e eficiência.

Para que isso aconteça, na fase de implantação, os smartboxes são instalados nas máquinas e integrados ao Manusis 4.0.

Todos os dados das máquinas como contadores, parâmetros de processo e outros são enviados por meio do Manusis Connect aos mantenedores via app, para que as próprias máquinas possam solicitar as intervenções necessárias. Todo esse processo resulta em:

  • Redução de até 15% dos custos com manutenção;
  • Redução de até 25% do tempo de atendimento a intervenções;
  • Aumento de até 10% na produtividade dos mantenedores das máquinas.

Vale lembrar que a operação eficiente de um ativo depende não só dos cuidados da manutenção, mas também de ações organizadas e dinâmicas de todas as áreas envolvidas no processo. Pensando nisso todo o sistema Manusis foi desenvolvido para ser integrado aos principais ERPs globais.

Que tal conhecer os benefícios e dar uma chance ao que há de melhor em gestão de manutenção e ativos? Clique aqui e utilize o Manusis por 30 dias sem pagar nada por isso.

ERPs e os desafios de Integração e Operação

Os ERPs (Enterprise Resource Planning) surgiram lá na década de 80 para fazer, como o nome sugere, todo o planejamento dos recursos de uma empresa. De lá para cá eles se modernizaram tanto, que grande parte das organizações de hoje precisam desse tipo de software.

Dentro dele é possível gerenciar os dados que transitam entre todos os setores de uma empresa, de forma única, contínua e consistente. Isso é essencial para manter os departamentos alinhados e evitar a duplicidade de informações, por exemplo.

Sem contar que um ERP é essencial para quebrar as barreiras impostas por estruturas departamentais, durante uma tomada de decisão.

O problema é que integrar o ERP, que é um software mais amplo, com as ferramentas mais específicas de cada setor parece ser um desafio hercúleo, mas será que isso é verdade? Continue a leitura para descobrir!

Os desafios da amplitude de um ERP

Imagine que você acabou de ganhar uma Ferrari, das mais modernas. Você tem em mãos uma verdadeira máquina, ágil, confortável e muito bonita.

Ela provavelmente pode resolver muitos dos seus problemas de locomoção, mas basta que você precise se locomover por uma estrada cheia de acidentes geográficos ou então carregar uma carga elevada, para perceber que essa Ferrari possui limitações graves. O mesmo acontece com os ERPs.

Embora eles sejam capazes de auxiliar na gestão e unificação de informações e dados em todos os setores da empresa, é preciso lembrar que eles foram desenvolvidos por pessoas que não conhecem os detalhes operacionais de áreas específicas de uma empresa.

E é aí que muitos profissionais acabam cometendo um erro gravíssimo: utilizando métodos arcaicos para suprir essa falta de especificidade dos ERPS. Um exemplo disso é a “integração” dessas ferramentas com as tabelas de Excel para gerir por exemplo ordens de serviço de manutenção de ativos e dados de estoque e manufatura.

Com isso, a empresa abre precedentes para a duplicidade de informações, retrabalhos e acaba perdendo parte da competitividade que almejava quando decidiu investir em tecnologia.

Por isso é importante ressaltar que, mesmo havendo uma infinidade de ERPS no mercado, desenvolvidos para empresas de todos os portes, nem sempre apenas essa ferramenta será suficiente. É preciso estar atento para esse detalhe, a fim de evitar problemas com integração com o ERP no futuro.

Agora que você já entendeu que mesmo um ERP sendo vital para as empresas, talvez seja preciso integrá-lo a softwares mais específicos, vamos tratar sobre outro ponto importante: A integração destas ferramentas.

No passado, a complexidade dos softwares ERPs realmente fazia com que a integração com outras ferramentas fosse quase impossível, e isso é um fato. Mas graças ao advento da tecnologia, atualmente esse é um problema praticamente extinto.

Atualmente, graças às APIs, essas integrações ocorrem de forma facilitada. APIs são como pontes criadas entre um software e outro. Por meio da programação das APIS, os softwares passam a funcionar em conjunto, transitando entre si uma mesma informação.

É o caso por exemplo dos Sistemas de Gerenciamento de Manutenção Computadorizado
(CMMS) e Gerenciamento de Ativos Empresariais (EAM).

Estes softwares, embora possuam funcionalidades específicas, podem ser integrados com facilidade aos ERPs, resolvendo assim o problema citado no tópico anterior.

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Entenda a diferença de softwares CMMS e EAM

Atualmente o número de softwares de gestão de ativos passa dos milhares. Também pudera, eles se tornaram ferramentas essenciais para as empresas que (independentemente do porte) desejam se manter competitivas em um mercado cada vez mais concorrido e dinâmico por isso saiba a diferenças entre softwares CMMS e EAM.

Dentro desse universo tecnológico existem dois modelos que merecem nossa atenção, até porque frequentemente acabam confundidos entre si: Os softwares CMMS e EAM. Você já ouviu falar deles?

Continue a leitura e descubra quais são as principais características destes dois modelos, suas aplicações e entenda porque, embora confundidos, eles não possuem a mesma utilidade.

Softwares EAM e sua importância na gestão de ativos empresariais!

De acordo com o ISO 55000 um ativo é qualquer item (físico ou não) que possua algum valor ou tenha potencial para gerar valor para uma empresa. Ou seja, um ativo pode ser desde uma máquina de produção até o capital ou patentes utilizadas pela corporação.

Para controlar todos esses ativos e garantir que a empresa atinja e mantenha o resultado planejado, os líderes realizam o que chamamos de gestão de ativos, que nada mais é do que o acompanhamento de todos os dados sobre os bens, da aquisição ao descarte, todo seu ciclo de vida.

É aí que a tecnologia entra em ação. Um software de gestão de ativos é o que vai ajudar a empresa a controlar e monitorar as entradas, saídas ou reposições de bens. Esse tipo de ferramenta é o que chamamos de EAM.

Os softwares EAM (Enterprise Asset Management) são sistemas desenvolvidos especificamente para a gestão dos ativos citados acima. Em outras palavras eles ajudam a gerir o ciclo de vida, auxiliando desde o projeto de aquisição até a venda, incluindo todo o processo de manutenção e operação.

Por meio de um software de gestão de ativos EAM um gestor consegue:

  • Planejar;
  • Controlar;
  • Acompanhar;
  • Medir.

Toda a operação que envolve o ativo em questão. Isso garante uma maior assertividade na tomada de decisões para melhorias, ganhos na capacidade produtiva e soluções de problemas, etc.

Todos os dados são analisados com base em relatórios sobre os serviços de manutenção realizados durante a produção dos ativos. Esses dados ficam consolidados e organizados para serem acessados de forma rápida, com mais assertividade e sem toda aquela papelada de outrora.

Se você chegou até aqui, talvez tenha se perguntado: “mas os softwares CMMS, também não fazem isso?”. Sim e não! Continue a leitura para entender melhor.

Sistemas CMMS e o gerenciamento dos serviços de manutenção!

Metaforicamente falando, se um EAM fosse uma forma geométrica ele seria o retângulo, já o CMMS seria um quadrado, mais compacto e limitado. Para ser mais claro, todo sistema EAM pode ser usado como CMMS, mas nem todo CMMS pode ser usado como EAM.

Embora ambos sejam utilizados na área da manutenção industrial, os CMMS são utilizados especificamente para a gestão de ordens de serviços de manutenção que sustentam os ativos. Essas informações são importantes porque é a partir delas que se tem uma visão mais abrangente acerca dos custos com manutenção, material e mão de obra.

Sem essas ordens, fica difícil saber por exemplo qual máquina ou peça tem sido a mais problemática no setor. Já com as informações que o CMMS gerencia, fica mais fácil identificar esses gargalos e investir em manutenções preditivas e preventivas.

O mesmo vale para estoques de manutenção. Sem um sistema CMMS, alguns itens podem ser retirados do estoque sem uma ordem de serviço.

Com isso o sistema de estoque ainda identifica esses materiais como disponíveis, consequentemente lá na frente, alguns ítens essenciais para manter um setor funcionando podem acabar antes do prazo previsto e ocasionar períodos de inatividade.

 

Saiba como utilizar IoT para a análise de riscos!

A Internet das Coisas, ou IoT (Internet of Things), é uma tendência que traz muitas vantagens para atividades estratégicas do negócio. São dezenas de dispositivos interconectados com sistemas que coletam e transmitem informações para automatizar uma série de tarefas e garantir maior produtividade e segurança à empresa.

Apesar das vantagens, existe uma preocupação relevante no que se refere à segurança desses dispositivos. Se não forem configurados adequadamente, podem representar uma porta aberta para invasões e roubo de dados.

Por isso, neste artigo você vai conferir como utilizar IoT como ferramenta de segurança ao realizar análises de riscos. Ao mesmo tempo, entenda quais cuidados são necessários para bloquear vulnerabilidades em potencial!

Como utilizar IoT para análise de riscos?

Quando se fala em monitoramento de riscos via dispositivos IoT, o mercado de segurança já tem certa familiaridade por meio das câmeras IP. Elas se conectam a redes de internet e podem ser gerenciadas a distância para gravar, armazenar e enviar imagens somente ao detectar movimentos, por exemplo.

Modelos mais avançados conseguem distinguir objetos e pessoas, e delimitar perímetros de risco. Com isso, o sistema conectado à câmera pode alertar o usuário caso alguém adentre em uma área sem autorização.

Outros tipos de dispositivos IoT podem ser utilizados para avaliar riscos e intervir quando necessário. Eles são muito comuns em smart houses, nas quais é possível até controlar equipamentos a distância, como trancar portas, ligar luzes, gravar programas de TV e ajustar o termostato. Se algum equipamento é movido, ou se portas foram arrombadas, como no caso de um furto, o usuário recebe uma notificação.

Ao passo que as tecnologias de inteligência artificial se aperfeiçoam, os dispositivos começam a reconhecer padrões e detectar riscos à segurança. Dessa forma, os equipamentos conseguem identificar perigos de modo mais ativo e emitir alertas mais acertados. Alguns exemplos inovadores envolvem:

  • rastreamento de pessoas em ambientes: controla onde estão os colaboradores na planta do prédio, alertando quando um colaborador ultrapassar um perímetro de segurança definido, como a distância mínima de um equipamento perigoso ou quando o colaborador tiver um mal súbito acionando algum botão pré-configurado no smartphone;
  • reconhecimento facial: destrava fechaduras para a entrada de pessoas autorizadas e emite alertas na presença de intrusos;
  • rastreamento de cargas: dispositivos com IoT podem acompanhar a viagem da carga e informar sua localização em tempo real;
  • drones: podem circular por áreas mais extensas para capturar imagens em tempo real, auxiliando em rondas preventivas, sem colocar funcionários em risco, por exemplo, inspeções de telhados

Como utilizar esses dispositivos em manutenções de equipamentos?

A tecnologia IoT traz muitos benefícios para o chão da fábrica, uma vez que dispositivos conectados podem transmitir informações em tempo real sobre o status de cada máquina. Esse monitoramento constante por meio de sensores wireless e softwares de gestão possibilita a rápida tomada de decisões do gestor de manutenção, sempre baseada de dados.

Esses dispositivos podem ser integrados a dispositivos móveis, trazendo informações rápidas para que decisões sejam tomadas de modo mais seguro.

A ideia é que essas informações coletadas de todas as máquinas e sensores sejam armazenadas em um banco de dados único e integrado aos demais softwares gerenciais do negócio. Dessa forma, o sistema faz as devidas análises e traduz os dados por meio um de painel intuittivo e de fácil interpretação para permitir a rápida intervenção.

Há casos em que a própria máquina ou equipamento pode, sem intervenção humana, solicitar uma manutenção porque algoritmos de sistema de gestão identificaram dados que informam que a máquina acabou de entrar em estado de falha!

É importante ressaltar que, ao utilizar IoT, criam-se planos de segurança para que os dados não sejam perdidos ou roubados. Hoje essa é uma grande preocupação das empresas quando falamos em Internet das Coisas. Ao mesmo tempo, não podemos abrir mãos das vantagens que esses dispositivos podem  trazer à gestão de ativos e monitoramento.

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Metas de produtividade: como podem ajudar as equipes a aumentarem seu rendimento.

Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar serve, certo? Errado. Especialmente quando nos concentramos no meio corporativo, a falta de metas pode ser desastrosa para o negócio. Metas e produtividade são conceitos que andam de mãos dadas, e se você deseja alavancar os resultados da sua empresa, é preciso não somente defini-las, mas também saber mensurar o desempenho das suas equipes.

Desejamos com esse texto ajudá-lo a aumentar a produtividade dos seus colaboradores com base no melhoramento de processos e principalmente pela definição de metas. Saiba mais!

O que são metas?

Antes de entender o que são metas, é importante esclarecer o conceito de “objetivo”. Este se refere a um alvo, uma descrição detalhada e concreta do que se deseja alcançar. O objetivo é algo estratégico e mais abrangente. Dentro do meio corporativo, podemos definir o lançamento de um novo produto/serviço no mercado, a abertura de uma nova unidade, a implantação de um novo software etc. Para chegar lá, é preciso planejar cada etapa, ou degrau. Aí que entram as metas.

Metas são tarefas ou resultados específicos para se chegar a um objetivo final. Elas apresentam prazos e números exatos. Por exemplo, se o objetivo é aumentar a produção em 30%, o que será necessário? Investir em maquinário? Aumentar as vendas? Atrair mais clientes? Otimizar processos? Treinar colaboradores? Na maior parte dos casos, sua equipe vai estar envolvida. Então, como as metas podem ajudá-los? É o que veremos.

Como a definição de metas pode motivar a produtividade das equipes?

Para avaliar se a sua equipe está sendo produtiva, é necessário descobrir se estão fazendo o que foi planejado. E o planejamento envolve a definição de metas. Qualquer processo que seja implementado na empresa, na gestão de manutenção, por exemplo, necessita de metas. Servirá tanto para o gestor avaliar seus colaboradores, como para a própria equipe fazer um diagnóstico do seu próprio desempenho.

Seu time precisa saber qual a entrega do dia, da semana, do mês — e por que não do semestre? Isso vai ajudá-lo também a definir prioridades, entregando um foco maior ao trabalho realizado. Empresas que têm metas conduzem os processos com olhos fixos nos resultados esperados. Ao passo que resultados parciais são alcançados, o fôlego se renova para seguir adiante. Em casos de atrasos, é possível fazer ajustes para evitar prejudicar a produção final.

Como gerenciar as metas de produtividade?

Para que a equipe se mantenha produtiva e motivada, é preciso ter alguns cuidados na definição de metas:

  • defina prazos: tudo precisa ter um dia certo para ser alcançado ou concluído;
  • trabalhe com indicadores: as métricas são essenciais para mensurar os resultados em diversos aspectos da gestão;
  • estabeleça prioridades: cada etapa tem sua prioridade. Não se distraia com tarefas não essenciais, especialmente quando os prazos estão apertados;
  • defina metas concretas e alcançáveis: metas sucessivamente não alcançadas costumam drenar a motivação. Então leve em conta as limitações dos recursos materiais e humanos;
  • seja positivo: o gestor precisa expressar que confia na sua equipe e que o objetivo será alcançado.

Uma ótima dica para gerenciar indicadores e bater metas é por meio de softwares de gestão especialistas. Essa tecnologia registra e reúne dados sobre a produção das equipes, sendo capaz de organizar a rotina dos processos industriais. O sistema é todo automatizado, dispensando anotações em formulários ou planilhas. A emissão de relatórios em dashboards de fácil interpretação agilizam a análise dos resultados.

 

Toda empresa que deseja alcançar resultados satisfatórios e garantir a motivação da sua equipe define metas alinhadas aos seus objetivos de negócios. É possível fazer essa gestão de modo eficaz, com foco em resultados, adotando tecnologias de gerenciamento, facilitando a rotina administrativa e garantindo processos mais enxutos e otimizados.

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Menos burocracia e mais produtividade na gestão de manutenção!

A burocracia é normalmente vista como um conjunto de exigências que traz maior morosidade aos processos. Por isso, é encarado como um problema e o antônimo de agilidade, eficiência e também produtividade na gestão de manutenção.

É verdade que toda empresa precisa burocratizar (ou formalizar) suas operações — isso no sentido real da teoria administrativa. Acontece que o excesso de exigências e o complexo gerenciamento das informações tornaram um caos a rotina de muitos empreendedores, comprometendo também a produtividade das equipes.

Por isso, trazemos neste post algumas soluções que visam desburocratizar as atividades no setor de manutenção. Conheça as tendências e melhores práticas do mercado para dar maior agilidade aos processos!

Digitalização dos registros

Burocracia é símbolo de papéis. É verdade que a gestão há anos utiliza formulários e documentos impressos para fazer registros. Mas esse cenário já mudou. Estamos na era da transformação digital. Esses novos recursos são indispensáveis para empresas que desejam iniciar um processo de desburocratização.

Arquivos digitais e a nuvem têm substituído armários e pastas com papelada, reduzindo custos e espaço e garantindo maior eficácia no gerenciamento dos documentos.

Essa digitalização pode ser feita por meio de softwares de gerenciamento especialistas no setor da gestão de manutenção, conhecidos como EAM (Enterprise Asset Management). São plataformas que permitem:

  • dar acesso a diversos usuários para acessar e registrar dados;
  • gerenciar informações de diferentes unidades do negócio;
  • reunir registros em uma única plataforma;
  • automatizar coleta de dados por meio de dispositivos IoT (Internet das Coisas).

Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria A.T. Kearney, publicada na revista Industry Week pesquisou 558 empresas em que o uso de software de gestão de empresas conseguiu:

  • aumentar a produtividade global dos processos em 28,3%;
  • reduzir em 20,1% o tempo de inatividade dos equipamentos;
  • economizar 19,4% no custo dos materiais.

Mobilidade e acessibilidade

Um dos grandes desafios impostos pela burocracia é a necessidade da presença física para a aprovação de relatórios, assinaturas, concessão de acesso a dados etc. O ideal é adotar ferramentas de gestão que possam garantir a constante disponibilidade dos registros aos colaboradores autorizados.

Existem no mercado tecnologias de softwares de gestão integradas a aplicativos para celulares e tablets, sistemas de assinatura digital, armazenamento em nuvem, entre outros. São instrumentos que permitem ao gestor acessar e gerenciar os processos de manutenção onde quer que esteja.

Autonomia

Grande parte da burocracia ocorre pela dependência que as equipes têm dos seus gestores. Por isso que é fundamental mudar a cultura da empresa e estabelecer uma relação de trabalho que forneça aos funcionários maior autonomia para realizar suas tarefas.

Lembre-se que autonomia não é sinônimo de independência. Na verdade, significa que seu colaborador poderá ter maior liberdade de atuação dentro da cultura organizacional e das diretrizes definidas para o seu setor. Suas equipes serão mais eficientes, terão maior sentimento de pertencimento e boa parte dos processos burocráticos será reduzida.

Atualização e simplificação de processos

Os tempos mudam. Surgem novas leis, algumas obrigações deixam de ser necessárias, procedimentos se tornam obsoletos e os processos da empresa precisam ser revistos. Mesmo que certas tarefas ainda tenham validade, é necessário analisar de forma crítica se realmente estão sendo eficientes ou se podem ser substituídas ou abandonadas.

Muitos gestores de manutenção podem se apegar a sistemas antiquados que não agregam nenhum valor ao negócio ou ao seu setor. Por isso, a ideia é atualizar e simplificar os procedimentos para que ocorram da forma mais fluida possível.

Umas das chaves para garantir maior produtividade na gestão de manutenção é se livrar de processos burocráticos inúteis. Muitos deles se tornam um gargalo que impedem o crescimento do negócio e a satisfação das equipes na realização dos seus trabalhos.

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Gestão de ativos: saiba como descomplicar os processos internos da indústria!

A gestão de ativos engloba uma série de processos que garantem a supervisão e o bom funcionamento de equipamentos, máquinas, ferramentas e instalações industriais. São ações estratégicas que evitam paradas na produção em virtude de quebras e impedem a sangria dos recursos financeiros proveniente de intervenções de manutenção ineficientes.

Apesar da grande relevância do setor, muitas empresas ainda enfrentam alguns desafios para organizar suas operações de manutenção. Pensando nisso, preparamos este post a fim de compartilhar com você algumas dicas para descomplicar sua gestão de ativos e garantir os melhores resultados!

Quais as principais dificuldades na gestão de ativos?

Ao passo que o mercado fica cada vez mais competitivo, os gestores sofrem grande pressão para apresentar números satisfatórios do negócio. A ideia é sempre alcançar o máximo de produtividade e mitigar custos. Por isso, a gestão de ativos tem como responsabilidade gerenciar todo o ciclo de vida dos bens físicos do empreendimento.

Quando o setor funciona bem, ele pode até ficar invisível na empresa. Por outro lado, falhas podem atrapalhar toda a produção e gerar prejuízos financeiros. Esses problemas podem surgir por causa do mau gerenciamento de informações ou pela falta de processos bem-definidos.

E é aí que reside boa parte dos problemas. Sem uma plataforma que reúna e cruze os dados, fica muito difícil organizar tantos registros, em especial no setor industrial que conta com diversos equipamentos. Por isso, integrar os dados é o grande desafio.

Como descomplicar os processos?

Adote um software mais completo

A tarefa de gerir ativos não é fácil. São diversos processos: avaliar a necessidade de compras, armazenar produtos em condições adequadas, capacitar colaboradores para as operações, controlar o consumo de insumos, montar cronogramas de manutenção etc. O trabalho pode ser ainda mais complexo quando o negócio tem várias unidades.

Felizmente é possível contar com softwares para lidar com tantas informações e automatizar muitas dessas tarefas. Mas é importante que a ferramenta forneça uma solução completa, englobando suporte a:

  • multiunidades;
  • aplicativo mobile;
  • dispositivos IoT(Internet das Coisas);
  • integração com outros softwares;
  • customização para atender às necessidades específicas do negócio.

Vale ressaltar que é importante buscar um software Enterprise Asset Management (EAM), pois são sistemas especializados no gerenciamento de ativos da empresa, fornecendo as ferramentas necessárias.

Crie indicadores para a gestão de ativos e manutenção

Os indicadores de desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicators), são ferramentas de gestão usadas para quantificar e avaliar os resultados que expressam em números a qualidade dos processos. Com eles, os dirigentes conseguem ter uma visão mais clara sobre os resultados da empresa e assim propor estratégias para corrigir ou aprimorar as operações.

Entre os principais indicadores podemos listar:

  • disponibilidade: grau percentual em que um ativo físico está em condições adequadas para operar;
  • confiabilidade: probabilidade de um ativo funcionar sem falhas;
  • tempo médio entre falhas (MTBF): tempo de operação entre uma falha e outra, sem contar o tempo de correção;
  • tempo médio de reparação (MTTR): tempo necessário para o conserto.

Vale ressaltar que um software consegue levantar essas métricas de modo automático e emitir relatórios de fácil compreensão por meio de dashboards atraentes e eficazes.

Defina um plano de manutenção

A manutenção é uma das principais áreas da gestão de ativos. Aliás, um dos principais objetivos desse gerenciamento e garantir que as instalações e máquinas da fábrica permaneçam em condições adequadas para funcionar com o máximo de produtividade. Deve existir um planejamento para que o sistema de manutenção aumente a disponibilidade e a vida útil dos equipamentos. As intervenções de prevenção e correção devem ocorrer de modo a não interferir na produção.

Sem dúvida, a tecnologia é um grande aliado da gestão de ativos. É o principal caminho para garantir que o gestor vença os desafios e descomplique os processos internos da organização. A empresa que entra nessa nova realidade sai na frente, ganha em qualidade e em competitividade no mercado.

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