Postagens de Wert Solutions

13 mar 2018

Como preparar minha equipe para o uso de dispositivos IoT?

Entenda o impacto da Internet das Coisas para o seu negócio e descubra se sua equipe está pronta para esta evolução tecnológica. A Internet das Coisas (IoT) está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, seja em smartphones, veículos, eletrodomésticos ou até mesmo em objetos. Ela está modificando a forma como a sociedade interage e se comunica, criando as conhecidas cidades inteligentes. No mundo empresarial não é diferente. As atividades desenvolvidas no ambiente de trabalho passaram a contar com a colaboração de máquinas conectadas para a tomada de decisões mais ágeis e eficientes. Isso representa um importante diferencial competitivo para as empresas que visam se reinventar e aprimorar seus serviços e produtos. Para as corporações, adotar a IoT nos negócios significa também enfrentar diversos desafios, como a questão da segurança. O grande volume de dispositivos conectados à rede corporativa representa um aumento na vulnerabilidade e no trabalho da equipe de TI, que é responsável por gerenciar as redes e garantir sua proteção. Por isso, há algumas recomendações que devem ser seguidas para a criação de uma estratégia inicial que seja capaz de lidar com as elevadas conexões de IoT na rede corporativa. Conheça algumas delas: POLÍTICAS DE SEGURANÇA – Primeiramente, é necessário atualizar as políticas de segurança de acesso à rede, pois as formas de se conectar mudaram. A TI deve elaborar uma nova política que estabeleça diretrizes de integração e conexão de dispositivos IoT para uma simplificação do monitoramento e supervisão da rede. É importante que todas as regras sejam documentadas e repassadas à equipe, assim, todos podem consultar em caso de dúvidas. ESCALABILIDADE – A política de segurança deve definir, ainda, um nível de acesso diferente para cada tipo de usuário. Assim, apenas contas privilegiadas terão permissão para utilizar dados sigilosos. Além disso, a política de segurança deve incluir etapas que forneçam os registros de acesso. Dessa forma, quando os recursos de segurança desconectam um acesso suspeito, a TI conseguirá ter detalhes para verificar o que aconteceu. MONITORAMENTO – Outro fator essencial para administrar os dispositivos de IoT é possuir visibilidade total da rede. A empresa deve investir em ferramentas de monitoramento que consigam fornecer uma alta visibilidade de todo o ambiente para que a TI tenha uma visão ampla de todas as pessoas e dispositivos que se conectam à rede, além dos horários e locais dessas conexões, para poder separar o que é considerado acesso normal de possíveis ameaças. Dessa forma, os administradores podem contar com uma visão geral das portas que estão em uso para poder manter fechadas aquelas que não estão e evitar problemas. ATUALIZAÇÃO – Manter-se sempre atualizado também é essencial para ter uma estratégia bem-sucedida, capaz de suportar todos os dispositivos IoT. O profissional de TI deve controlar por meio de listas práticas quem, especificamente, é responsável por cada dispositivo conectado e cada novo acesso que é realizado. Assim, em caso de alguma violação, torna-se mais rápido detectar e reduzir os perigos. Além disso, é necessário implementar patches e realizar auditorias regulares para garantir que todas as ferramentas e processos de segurança estejam funcionando corretamente. TREINAMENTOS – Investir em treinamentos e palestras para os funcionários se integrarem com essas inovações também é uma tarefa fundamental para as empresas estarem prontas para essa nova realidade. Ofereça cursos, palestras e demonstrações para todos os setores, periodicamente, para que ninguém fique desatualizado. Lembre-se: profissionais bem treinados tendem a cometer menos erros e podem até oferecer novas soluções para o seu negócio. Leia também no blog da WERT SOLUTIONS: como escolher um sistema de gestão e manutenção de ativos.
06 mar 2018

As 10 principais tendências tecnológicas para 2020

A consultoria Gartner listou as 10 principais tendências no setor tecnológico para que gestores as considerem em suas tomadas de decisão. Confira a lista! De acordo com a consultoria Gartner, empresa líder de pesquisa em tecnologia de informação (TI), uma tendência tecnológica pode ser definida como um potencial disruptivo substancial que está começando a sair de um estado emergente para um amplo impacto e uso; ou que está crescendo rapidamente com um alto grau de instabilidade, com capacidade para atingir pontos cruciais nos próximos cinco anos. No Gartner Symposium/ITxpo, a Gartner destacou as principais tendências de tecnologia que serão estratégicas em 2018 para a maioria das empresas, e que irão gerar oportunidades de negócios digitais até 2020 para quem atua em áreas como a de TI. Confira quais são elas: 1 – Inteligência Artificial (IA) A criação de sistemas que possam aprender, adaptar e potencialmente atuar de forma autônoma será um campo de batalha importante para fornecedores de tecnologia, pelo menos até 2020. As técnicas de Inteligência Artificial estão evoluindo rapidamente e as organizações precisarão investir significativamente em habilidades, processos e ferramentas para explorar com êxito essas técnicas e criar sistemas aprimorados da tecnologia. As áreas de investimento podem incluir a preparação de dados, integração, algoritmo e seleção de metodologia de treinamento e criação de modelos. Para isso, vários profissionais, incluindo cientistas de dados, desenvolvedores e donos de processos de negócios, precisam trabalhar juntos. 2 – Aplicativos Inteligentes e Analytics Ao longo dos próximos anos, praticamente todos os aplicativos e serviços terão algum nível de Inteligência Artificial. Por meio da analytics aumentada (augmented analytics), uma área de crescimento particularmente estratégica que utiliza o aprendizado de máquina para automatizar a preparação de dados, a descoberta de insights e a troca de informações para uma ampla gama de usuários empresariais, trabalhadores operacionais e cientistas de dados tende a se intensificar. A Inteligência Artificial tornou-se o próximo grande campo de batalha em uma ampla gama de mercados de software e serviços, incluindo aspectos do planejamento de software de gestão empresarial (ERP). O software e os provedores de serviços integrados devem delinear como eles usarão a IA para adicionar valor comercial em novas versões sob a forma de analytics avançadas, processos inteligentes e experiências avançadas de usuários. 3 – Coisas Inteligentes As coisas inteligentes são coisas físicas que vão além da execução de modelos de programação rígidos para explorar a IA como forma de oferecer comportamentos avançados e interagir mais naturalmente com seus arredores e com as pessoas. A inovação está gerando avanços para novas coisas inteligentes como veículos autônomos, robôs e drones, e oferecendo capacidade aprimorada para muitas coisas existentes como a Internet de Coisas (IoT), conectada ao consumidor e a sistemas industriais. 4 – Gêmeos Digitais Gêmeos Digitais (Digital Twins) referem-se à representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. Essa tecnologia no contexto de projetos de IoT é particularmente promissora nos próximos três a cinco anos e está liderando o interesse atualmente. Gêmeos Digitais bem projetados de ativos têm o potencial de melhorar significativamente a tomada de decisões empresariais. A inovação está ligada a suas contrapartes do mundo real e é usada para entender o estado do produto ou sistema, responder a mudanças, melhorar as operações e agregar valor. As organizações implementarão a tecnologia de maneira simplificada no início, depois as desenvolverão ao longo do tempo, melhorando sua capacidade de coletar e visualizar os dados certos, aplicar analytics e regras corretas e responder efetivamente aos objetivos comerciais. 5 – Arquitetura de segurança adaptativa No final de 2018, 20% dos edifícios inteligentes terão sofrido algum “vandalismo” digital. A complexidade do mundo digital e o surgimento da economia algorítmica, combinados com a indústria do cyber crime, aumentam significativamente as ameaças. Isso exigirá das empresas uma forte estratégia de segurança com medidas para prevenir, detectar e responder aos ataques. Aplicações de autoproteção, bem como analytics para o comportamento de usuários e entidades, irão ajudar a cumprir a arquitetura de segurança adaptativa. 6 – Plataformas conversacionais As plataformas conversacionais impulsionarão a próxima grande mudança de paradigma na forma como os seres humanos interagem com o mundo digital. O dever de traduzir a intenção muda do usuário para o computador. A plataforma pega uma pergunta ou comando do usuário e depois responde executando algumas funções, apresentando alguns conteúdos ou solicitando uma entrada adicional. Nos próximos anos, as interfaces conversacionais se tornarão um objetivo principal de design para a interação do usuário e serão entregues em hardware dedicado, recursos de sistema operacional, plataformas e aplicativos. 7 – Experiência Imersiva Enquanto as interfaces conversacionais estão mudando a forma como as pessoas controlam o mundo digital, as realidades virtuais, aumentadas e mistas estão mudando a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital. O mercado da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR) é atualmente jovem e fragmentado. O interesse é alto, resultando em muitas aplicações de novidades em VR que oferecem pouco valor comercial real fora do entretenimento avançado, como videogames e vídeos de 360 graus. Para gerar benefícios empresariais reais e tangíveis, as empresas devem examinar cenários específicos da vida real nos quais VR e AR possam ser aplicados para tornar os funcionários mais produtivos e aprimorar os processos de design, treinamento e visualização. 8 – Blockchain O blockchain está evoluindo de uma infraestrutura de moeda digital para uma plataforma de transformação digital. As tecnologias de Blockchain oferecem uma saída radical dos atuais mecanismos centralizados de transação e manutenção de registros e podem servir como base de negócios digitais disruptivos, tanto para empresas estabelecidas quanto para startups. Embora as propagandas exageradas sobre blockchain tenham originado no setor de serviços financeiros, o blockchain têm vários potenciais de aplicações, incluindo governo, saúde, fabricação, distribuição de mídia, verificação de identidade, registro de títulos e cadeia de suprimentos. Embora seja uma promessa de longo prazo e que, sem dúvida, criará uma disrupção, a inovação está mais à frente do que a realidade atual de blockchain e muitas das tecnologias associadas estarão ainda imaturas nos próximos dois ou três anos. 9 – Event Driven O negócio central para o digital é a ideia de que o negócio está sempre monitorado e pronto para explorar novos momentos comerciais digitais. Os eventos de negócios podem ser qualquer coisa que seja percebida digitalmente, refletindo a descoberta de condições importantes ou mudanças de condições, por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra ou desembarque de uma aeronave. Com o uso de agentes de eventos, IoT (Internet das Coisas), Cloud Computing (computação na nuvem), blockchain, gerenciamento de dados na memória e IA (Inteligência Artificial), eventos comerciais podem ser detectados mais rapidamente e analisados com maiores detalhes. Mas a tecnologia sem mudanças culturais e da liderança não fornece o valor total do modelo conduzido por evento. O negócio digital impulsiona a necessidade de líderes de TI, planejadores e arquitetos de abraçarem o pensamento por evento. 10 – Arquitetura avançada de sistema A rede digital e as máquinas inteligentes exigem uma arquitetura de computação que as tornem viáveis para as empresas. A solução são as chamadas arquiteturas neuromórficas ultra-eficientes. Estas são alimentadas por field-programmable gate arrays (FPGAs), possibilitando maior velocidade e eficiência energética. Sistemas construídos em FPGAs funcionarão como cérebros humanos permitindo que as capacidades avançadas de aprendizado de máquina se espalhem por todos os endpoints da Internet das Coisas, tais como casas, carros, relógios de pulso e até mesmo seres humanos. Leia também: as vantagens da Internet das Coisas para os processos de Gestão da Manutenção.
26 fev 2018

Por que investir em um sistema EAM se já tenho um sistema ERP?

Entenda a diferença entre sistemas ERP e EAM, e descubra porque eles são parceiros e não concorrentes na gestão de ativos ERPs (Enterprise Resource Planning) são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema (financeiro, compras, estoque, produção, marketing, vendas etc.), possibilitando a automação e armazenamento de todas as informações do negócio. Oferecem, portanto, uma abordagem consolidada em grande escala para rastreamento de processos relacionados aos ativos de uma organização. No entanto, muitas soluções ERP são antigas e não conseguem suportar o volume e o nível de detalhe exigido de dados e transações corporativas que precisam ser processadas. A mudança de requisitos e o aumento da competitividade em setores da indústria como manufatura, transporte e logística e mineração exigem que as empresas gerenciem seus ativos de acordo com padrões mais elevados. E é isso que oferecem os sistemas EAM (Enterprise Asset Management), softwares especificamente projetados para melhorar o desempenho dos ativos, aumentar a vida útil e reduzir os custos nos ativos físicos de uma organização, principalmente edifícios e equipamentos. Ou seja, o uso de apenas um aplicativo ERP para gerenciar ativos pode provocar falhas nas áreas críticas de gerenciamento de ativos da sua empresa, como agendamento, fluxos de trabalho, padronização, benchmarks, indicadores-chave de desempenho, melhores práticas, análises e manutenção preditiva. Para garantir que sua organização seja capaz de maximizar a vida útil dos ativos, minimizar riscos e abrir caminho para análises preditivas, opte pela integração entre o sistema ERP e o sistema EAM para que cada um desempenhe de modo otimizado seu papel. O MANUSIS 4.0 é um sistema de Gestão e Manutenção de Ativos especialista que pode ser integrado a qualquer ERP ou CMMS através de diferentes protocolos de comunicação. Com uma plataforma modular, permite que módulos específicos sejam utilizados de acordo com a necessidade de cada empresa, facilitando o dia-a-dia da manutenção sem a necessidade de substituir completamente o software de gestão de manutenção ou ERP já implementado na sua empresa. Além disso, o MANUSIS permite um fluxo de dados de modo mais simples e ágil, e outras vantagens como:
  • Avaliação abrangente da condição operacional;
  • Acompanhamento integrado de diversas técnicas preditivas;
  • Medição e ajuste dos parâmetros dos ativos monitorados;
  • Análise mais precisa de dados, agilizando a tomada de decisões;
  • Relatórios periódicos que permitem a medição do desempenho e a elaboração de planejamentos a longo prazo;
  • Economia de recursos e aumento da excelência em serviços;
  • Otimização de processos e redução de custos;
  • Soluções adaptáveis às estratégias de manutenção de cada empresa.
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21 fev 2018

Por que investir em um sistema de gestão de ativos?

Entenda a importância de um sistema especialista em gestão de ativos para tornar sua empresa mais competitiva À medida que o volume de dados, o números de ativos e a complexidade das técnicas de análise preditivas aumenta, o tempo necessário para analisar essas informações também é maior. E, em um mercado cada vez mais digital, a velocidade na tomada de decisões se torna sinônimo de melhores índices de produtividade e redução de custos aos negócios. Daí a importância de um sistema especialista em gestão de ativos. Hoje, para oferecer ganhos em termos de confiabilidade operacional, otimização e sustentabilidade, a Gestão de Ativos exige uma análise abrangente e integrada de dados, informações técnicas e históricos de intervenções. Assim, mais do que investir em ferramentas de monitoramento, criou-se a necessidade da adoção de sistemas especialistas e integrados que ofereçam dados e informações adaptáveis à estratégia e à realidade cada organização. Sistemas de gestão de ativos integrados são grandes auxiliares nos processos e fluxos de manutenção de ativos, pois reúnem os dados e as ferramentas necessárias para dar à gerência uma visão mais estratégica do processo produtivo, planejando ações que previnem e corrigem possíveis falhas, garantindo a disponibilidade dos ativos envolvidos na produção. Além disso, entre as vantagens de um sistema de gestão de ativos para indústrias dos mais diversos setores, podemos citar:
  • Melhor gerenciamento de risco;
  • Rastreabilidade dos ativos;
  • Otimização do uso dos ativos em todo seu ciclo de vida;
  • Aumento da disponibilidade dos ativos;
  • Redução dos custos em reparos e aumento de produtividade;
  • Melhoria do planejamento das ações sob os ativos;
  • Reputação corporativa melhorada devido ao aumento de valor para as partes interessadas, melhor negociabilidade para produtos e serviços, alcance e superação das expectativas dos clientes;
  • Qualidade dos serviços prestados aos clientes;
  • Maximização dos resultados da empresa;
  • Segurança e conformidade com as regulamentações;
  • Aumento da capacidade de inovação;
  • Cumprimento com a Responsabilidade Social e Corporativa;
  • Melhoria da sustentabilidade organizacional.
30 jan 2018

As vantagens da mobilidade para a Manutenção de Ativos

Entenda como a mobilidade pode oferecer agilidade e assertividade à sua equipe de manutenção Segundo pesquisa da Qualcomm, em 2019 o número de pessoas usando smartphones chegará a metade da população global (51,2%). Sendo assim, é fácil compreender porque hoje são os dispositivos móveis que ditam as tendências tecnológicas que se estenderão à Gestão e Manutenção de Ativos. Com o avanço da mobilidade, que possibilita o acesso a dados e sistemas por meio destes dispositivos, tarefas como consultar e reportar ordens de serviço agora podem ser realizadas apenas com alguns cliques. Isso é possível por meio de softwares de manutenção de ativos, como o MANUSIS 4.0, que possuem aplicativo mobile. O app permite ao técnico ou engenheiro facilmente obter informações sobre a história de cada ativo, partes e registros que foram utilizadas ou identificar as peças necessárias para o reparo, registro de controle de horas de trabalho e despesas à medida que ocorrem, e ter todas as notas de reparações realizadas. Além disso, oferece: VELOCIDADE E ASSERTIVIDADE – As solicitações podem ser acessadas de qualquer lugar a qualquer hora. Assim, além de não precisar se deslocar, o profissional consegue emitir a ordem de serviço com total precisão e todas as informações necessárias. PRODUTIVIDADE – Além de total controle dos processos, é possível disponibilizar as informações da OS para toda a equipe de manutenção assim que o documento é emitido, o que gera maior agilidade e precisão nas tarefas. CREDIBILIDADE – Com mais assertividade na realização de tarefas, os erros e falhas diminuem e o nível de serviço aumenta. Assim, a equipe de manutenção ganha mais credibilidade dentro da organização. SUSTENTABILIDADE – Papel nunca mais. Com uma solução digital, a necessidade de utilização de materiais impressos diminui significativamente, o que gera economia e sustentabilidade no ambiente empresarial. Saiba mais vantagens sobre a manutenção e gestão de ativos com mobilidade. Baixe aqui gratuitamente um artigo que preparamos sobre o tema.
23 jan 2018

Quais são os itens que compõem o orçamento da Manutenção?

Qualquer setor de uma empresa ou indústria tem como objetivo o cumprimento de metas. Por meio delas, é possível dimensionar a contribuição de cada equipe de trabalho para o desenvolvimento da organização. Na Gestão de Manutenção não é diferente. Afinal, é por meio dela que a eficiência produtiva e a qualidade dos serviços são mantidas, dando suporte, conserto e disponibilidade às máquinas. Entre os principais objetivos dessa área, está a identificação dos principais elementos de custos envolvidos no processo para a economia e adoção de estratégias que aumentem a produtividade e reduzam os gastos. Conheça a seguir os itens essenciais que compõem o orçamento do setor de Gestão de Manutenção e Ativos:
  • Custo de Materiais: são os custos necessários para manter máquinas e equipamentos que fazem parte das linhas de produção, incluindo manutenção preventiva, lubrificação e inspeções. Ex.: despesas com rolamentos, parafusos, correntes, etc.
  • Custos de Mão-de-Obra: previsão de despesas com salários, férias, décimo terceiro salário e demais encargos sociais e previsão de possíveis políticas de reajustes ou aumento de quadro funcional.
  • Custos de Energia Elétrica: normalmente a área de Manutenção é quem faz a previsão de consumo de energia elétrica da empresa como um todo. Independente de como a empresa trata esse custo na composição final dos seus produtos, é importante não esquecer de prever os reajustes por conta das concessionárias.
  • Custos de Serviços Terceirizados: nesse item estão previstas as despesas com serviços de empresas terceirizadas. Podemos citar como exemplo os serviços feitos por contratos já estabelecidos como manutenção predial, serviços de termografia e serviços planejados ou programados durante o ano com assistência técnica, entre outros.
Com o MANUSIS 4.0 sua empresa tem o total controle do orçamento da manutenção e de projetos de ativos de modo dinâmico, comparando suas previsões e o que está sendo efetivamente gasto. CLIQUE AQUI e conheça outras funcionalidades do software.
18 jan 2018

WERT SOLUTIONS passa a atuar no mercado europeu

A WERT SOLUTIONS está sempre em busca de crescimento e expansão de negócios. E em 2018, a grande novidade é que a empresa passa a atuar também em Portugal. De 01 a 10 de fevereiro, o CEO da companhia, Rodrigo Rotondo, estará no país lusitano para prospectar novos clientes e estabelecer networking com empresários locais. O objetivo é a consolidação da marca no mercado europeu e o aumento do volume de negócios globais da empresa. Além disso, atender às demandas e expectativas dos profissionais e empresas atentas ao papel estratégico da Gestão de Manutenção e Ativos em sintonia com o que está estabelecido nas normas da série ISO 55.000 (PAS 55). A WERT conta com uma experiência de 14 anos no mercado brasileiro e mais de 2 anos em países como Argentina, México e Chile. A empresa atua no desenvolvimento de soluções para facilitar e, principalmente, tornar ágeis os processos de gestão de manutenção dos ativos de seus clientes, assegurando a busca pelos melhores indicadores de disponibilidade, mantenabilidade e confiabilidade. O Manusis 4.0 , software de Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela empresa, é usado por mais de 100 empresas na América Latina, mais de 200 bases em operação, com 10 mil usuários ativos. Além disso, é utilizado todos os dias por mais de 5 mil mantenedores e já ultrapassou a marca de 1 milhão de ativos gerenciados pelo sistema. Entre os cases de destaque da WERT, estão multinacionais como Grupo CNHi Latam (Case, New Holland, FPT e Iveco), Comau (Service e Robotics), Grupo Copo, Simoldes (Plásticos e Aços), DSM, Unilever, Electrolux, Cosma, Grupo Knapp, Mars, Otis, Sumitomo, entre outras.  
16 jan 2018

O que é e para que serve o PMOC?

PMOC é a sigla para Plano de Manutenção Operação e Controle, portaria estabelecida pelo Ministério da Saúde em 1998 que busca garantir a qualidade do ar, preservar a saúde das pessoas em ambientes climatizados, e extinguir a chamada Síndrome do Edifício Doente. O PMOC deve conter a identificação do estabelecimento que possui ambientes climatizados, a descrição das atividades a serem desenvolvidas, a periodicidade das mesmas, as recomendações a serem adotadas em situações de falha do equipamento e de emergência para garantia de segurança do sistema de climatização. Além disso, deve especificar o engenheiro ou técnico responsável por essas funções, que deve possuir habilitação para emitir a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) dos serviços realizados. O MANUSIS FACILITIES, software especialista em Gestão de Facilities, permite a realização do PMOC dos sistemas de ar condicionado nas instalações da sua empresa. CLIQUE AQUI e conheça.  
09 jan 2018

A importância da Gestão de Manutenção e Ativos para a agroindústria

O uso da tecnologia no agronegócio já é uma realidade. De acordo com levantamento recente da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas no país já adotaram algum tipo de inovação tecnológica, dentro ou fora do campo. Responsável por 23% do PIB brasileiro, o agronegócio tem impulsionado a economia e, por isso, é muito importante que as empresas do setor se especializem e conheçam as novas demandas tecnológicas para saírem à frente nesse mercado tão competitivo. Entre as soluções possíveis para essa evolução, talvez a mais importante delas sejam os softwares para a Gestão de Manutenção e Ativos, que asseguram a confiabilidade e disponibilidade de máquinas e equipamentos. Além disso, garantem uma maior qualidade na entrega de produtos e serviços. Útil para o planejamento, implementação de planos de manutenção, padronização de processos e controle de resultados, a Gestão de Ativos realizada por meio de softwares oferece a redução de falhas, custos e desperdícios para o aumento da lucratividade. Além disso, possibilita:
  • A elaboração de procedimentos de acordo com a prioridade dos processos e criticidade dos equipamentos;
  • A proposição de melhorias baseadas em investigações de causas de quebras e paradas dos processos produtivos;
  • A normatização de procedimentos, treinamentos, componentes e sobressalentes;
  • A elaboração de políticas de manutenção preditivas e o gerenciamento de custos;
  • Maior agilidade e flexibilidade na obtenção de informações gerenciais da manutenção por meio da criação de um banco de dados com históricos das ações da manutenção nos ativos de processo;
  • E muito mais!
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04 dez 2017

Como preparar a sua empresa para os impactos da Indústria 4.0

Entenda como a Indústria 4.0 impacta o mundo dos negócios e confira dicas para preparar sua empresa para essas mudanças! Na revolução industrial, cerca de 80 a 90% das máquinas foram substituídas por equipamentos a vapor para que a revolução fosse totalmente completa. Agora, o processo não é diferente. Na chamada Quarta Revolução Industrial, apenas quando as empresas começarem a instalar máquinas e equipamentos com interfaces homem-máquina, a Indústria 4.0 e sua revolução estarão encaminhadas. A Indústria 4.0 implica na adoção de estratégias de alta tecnologia, sistemas físico cibernéticos e IoT com o objetivo de chegar às fábricas inteligentes. Nesse cenário, com alta capacidade de adaptação e processamento, a eficiência dos recursos e a integração dos negócios trazem à indústria uma capacidade gigante de produção e especialização. Vale salientar que essa tecnologia remove os custos de manutenção desnecessários e ajuda a melhorar o tempo de atividade e disponibilidade dos ativos. Mas, como reagir a essa tendência? Confira algumas dicas da WERT Solutions: Estratégia – À medida que chegam novas possibilidades no mercado, empresas de fabricação também mudam seus processos. Sua empresa também precisará se adaptar às estratégias tecnológicas para se manter competitiva. Contar com recursos tecnológicos da Indústria 4.0 deve fazer parte de sua estratégia para tornar-se líder no mercado. Oportunidades – Aproveite ao máximo as tecnologias e a Internet das Coisas. Como a automação é um componente chave da Indústria 4.0, sua empresa deve estar à procura das últimas tecnologias e utilizá-las como oportunidade de evolução e mudança de patamar. Modelo de negócio – Reavaliar seu modelo de negócios é importante para lidar com as novas tecnologias e processos. Quando sua estratégia mudar, faça as adaptações necessárias no modelo de negócios da sua empresa para acompanhar o mercado e a Indústria 4.0. Investimento em tecnologia – Não será possível participar da Indústria 4.0 sem se adaptar aos recursos tecnológicos. E para obter os ganhos dessa revolução na manutenção de ativos, é preciso abraçar meios que automatizam os processos da sua empresa e que impactam diretamente na indústria. Leia também no blog da WERT: a Manutenção no Contexto da Manufatura de Classe Mundial (WCM).
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