Postagens de Wert Solutions

24 jul 2018

Como reduzir os custos com a Gestão de Manutenção?

Além de aumentar a margem de lucro, diminuir os gastos com a manutenção de ativos pode ajudar a melhorar a competitividade da sua empresa, oferecendo soluções e produtos de maior qualidade aos seus clientes. Em qualquer plano de gestão corporativa, o planejamento do orçamento financeiro é um fator primordial, principalmente no setor de manutenção. Somente com base em informações e dados sólidos e em tempo real é que é possível tomar decisões estratégicas e seguras para obtenção de resultados positivos e desenvolvimento de uma organização. Sendo assim, é preciso realizar uma análise de toda a rotina da equipe de manutenção para otimizar gastos e reduzir despesas. Entre as soluções possíveis para um melhor controle do orçamento da Manutenção, talvez a mais importante delas sejam os softwares para a Gestão de Manutenção e Ativos, que asseguram a confiabilidade e disponibilidade de máquinas e equipamentos. Além disso, garantem uma maior qualidade na entrega de produtos e serviços. Útil para o planejamento, implementação de planos de manutenção, padronização de processos e controle de resultados, a Gestão de Ativos realizada por meio de softwares oferece a redução de falhas, custos e desperdícios para o aumento da lucratividade. E também possibilita:
  • A elaboração de procedimentos de acordo com a prioridade dos processos e criticidade dos equipamentos;
  • A proposição de melhorias baseadas em investigações de causas de quebras e paradas dos processos produtivos;
  • A normatização de procedimentos, treinamentos, componentes e sobressalentes;
  • A elaboração de políticas de manutenção preditivas e o gerenciamento de custos;
  • Maior agilidade e flexibilidade na obtenção de informações gerenciais da manutenção por meio da criação de um banco de dados com históricos das ações da manutenção nos ativos de processo;
  • E muito mais!
Com o MANUSIS 4.0, sistema especialista em Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela WERT Solutions, sua empresa tem o total controle do orçamento da manutenção e de projetos de ativos de modo dinâmico, comparando suas previsões e o que está sendo efetivamente gasto. CLIQUE AQUI e conheça!
17 jul 2018

WERT SOLUTIONS inaugura escritório em Portugal

O objetivo é atender às demandas e expectativas dos profissionais e empresas européias atentas ao papel estratégico da Gestão de Manutenção e Ativos. A WERT SOLUTIONS está sempre em busca de crescimento e expansão de negócios. E em 2018, a grande novidade é que a empresa passa a atuar também em Portugal. O objetivo é a consolidação da marca no mercado europeu e o aumento do volume de negócios globais. Além disso, a WERT SOLUTIONS almeja atender às demandas e expectativas dos profissionais e empresas européias atentas ao papel estratégico da Gestão de Manutenção e Ativos, em sintonia com o que está estabelecido nas normas da série ISO 55.000 (PAS 55). A opção pelo país lusitano se deu por sua localização estratégica no continente europeu. O Head of European Operations da WERT em Portugal será Alberto Jacobsen e o escritório localizado no Parque das Nações, em Lisboa. A WERT conta com uma experiência de 14 anos no mercado brasileiro e mais de 2 anos em países como Argentina, México e Chile. A empresa atua no desenvolvimento de soluções para facilitar e, principalmente, tornar ágeis os processos de gestão de manutenção dos ativos, assegurando a busca pelos melhores indicadores de disponibilidade, mantenabilidade e confiabilidade. O MANUSIS 4.0, software de Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela empresa, é usado por mais de 100 empresas na América Latina, com mais de 200 bases em operação e 10 mil usuários ativos. Além disso, é utilizado todos os dias por mais de 5 mil mantenedores e já ultrapassou a marca de 1 milhão de ativos gerenciados. Entre os cases de destaque da WERT, estão multinacionais como Grupo CNHi Latam (Case, New Holland, FPT e Iveco), Comau (Service e Robotics), Grupo Copo, Simoldes (Plásticos e Aços), DSM, Unilever, Electrolux, Cosma, Grupo Knapp, Mars, Otis, Sumitomo, entre outras.
12 jun 2018

Como criar dashboards de desempenho eficazes e atraentes?

Para alcançar o desempenho esperado por sua organização, além de selecionar os KPIs apropriados para o seu setor, é preciso descobrir como medi-los e reportá-los de forma adequada e precisa. Qualquer empresa bem-sucedida quer ser capaz de cumprir seus objetivos organizacionais com sucesso. Nesse sentido, os indicadores-chave de desempenho (do inglês, Key Performance Indicators – KPIs) desempenham um papel importante em quase todas as organizações. Os KPIs fazem parte de um contexto maior, eles são elementos fundamentais na gestão do desempenho corporativo. Confira a seguir como criar ótimos painéis (ou dashboards) de KPIs, descrevendo cada passo necessário para que você possa implementá-los em sua própria organização. Selecione KPIs relevantes​ Medir e monitorar o desempenho do negócio é crítico, mas escolher os indicadores de desempenho-chave errados pode ser prejudicial. KPIs pouco estruturados, ou KPIs que são muito difíceis, caros para obter a informação, ou para monitorar regularmente, são alguns exemplos. Os KPIs certos para sua empresa precisam ser:
  • Alinhados
  • Alcançáveis
  • Incisivos
  • Precisos
  • Acionáveis
  • Vivos
Descreva os KPIs em detalhes​ Depois de selecionar seus principais indicadores de desempenho, é importante que a “ficha técnica” de cada um deles esteja claramente definida. Uma definição completa do indicador evita futuros mal-entendidos sobre suas informações.   A “ficha técnica” de um indicador precisa conter pelo menos: Objetivo Nome Definição Frequência Fonte/fórmula Responsável. Essa é uma ficha básica, não se limite a ela. Defina o tipo do seu dashboard Antes de colocar os KPIs em seu dashboard, é importante saber que os dashboards variam em relação ao seu nível e finalidade.​ Existem três tipos principais de dashboards de desempenho:
  1. Estratégico
  2. Operacional
  3. Analítico
Embora essas sejam as principais categorias que os dashboards podem assumir, provavelmente haverá casos em que um híbrido de dois tipos pode ser necessário. Independentemente do tipo de dashboard de KPI que você use, os gestores e a equipe devem ser capazes de obter as respostas às perguntas em tempo real e agir com todos os dados consolidados em um só lugar.​ Escolha o tipo de gráfico perfeito Para cada KPI, você precisa definir como compartilhar as informações que você coletou. Existem vários tipos de gráficos que ficam ótimos em um dashboard, cada um ideal para um tipo diferente de indicador: gráficos de pizza, tabelas, gauges, gráficos de barras, gráficos de linhas, etc.​ Desenhe dashboards atrativos​ Usando uma  ferramenta que permita criar um layout com drag-and-drop e widgets configuráveis, qualquer um pode criar um dashboard atrativo. Posicione indicadores relacionados próximos um do outro, criando um fluxo linear que seja fácil de seguir. Use cores para trazer vida ao seu painel de desempenho e adicione benchmarks para facilitar a avaliação dos dados.​ Promova a interação​ Um dashboard precisa promover a interação entre a informação e seu leitor. As relações de dependência entre os quadrantes são uma maneira de oferecer ao leitor não apenas informações estáticas, mas também análises flexíveis.​ Mantenha seguro, mas não deixe de compartilhar​ Diferentes usuários têm acesso a informações diferentes, dependendo do seu papel na empresa, suas responsabilidades, etc. Portanto, as configurações de permissão são importantes para garantir a segurança da informação. E, ao invés de enviar um arquivo estático do Excel, você deve poder compartilhar seu dashboard com qualquer pessoa que precise da mesma informação.​ Revise, ajuste e repita​ À medida que os ambientes de negócios mudam ao longo do tempo, as organizações precisam se adaptar e se ajustar – e com os dashboards de KPI não é diferente. Trata-se de um ciclo contínuo de revisão, ajuste e repetição.​Revisões regulares são uma ótima maneira de evitar que seus dashboards fiquem pra trás.​ Dashboards são uma ferramenta incrível para aprimorar a gestão na sua empresa, não deixe de usá-los! Com o Manusis 4.0 você consegue desenvolver relatórios e dashboards personalizados para a sua empresa. Solicite uma demonstração!
05 jun 2018

Como elaborar um Plano de Rotas de Inspeção em 4 passos básicos?

Aprenda a definir um plano de rotas para cada ativo seguindo este passo a passo! Em seu conceito fundamental, inspecionar é verificar, checar e principalmente observar se os equipamentos se encontram em suas condições ideais conforme recomendações do fabricante ou mesmo preestabelecidas pela própria empresa. Mas qual é o papel e o impacto da inspeção nas estratégias de gestão da manutenção? A importância da inspeção A inspeção é um importante ponto na gestão da manutenção, isso porque identifica falhas antes mesmo destas acontecerem, o que se conhece por ”estado de falha”, diminuindo o ônus com manutenções corretivas e possíveis paradas no processo produtivo. Faz parte do processo de inspeção o registro das anomalias identificadas e as ações para promover a sua eliminação, evitando sua reincidência. Rotas de Inspeção As rotas de inspeção são criadas visando maximizar o tempo, a segurança e a produtividade da execução. São atividades com periodicidade variável (diária, semanal, mensal, bimestral, etc.) que são executadas com o objetivo de detectar falhas antes que elas ocorram. Para isso, alguns questionamentos devem ser respondidos:
  • Qual o caminho mais lógico a ser seguido?
  • Quais são os pontos vitais a serem inspecionados?
  • Quais os riscos à segurança pessoal existem no local?
  • O que deve ser inspecionado?
  • Quais os parâmetros devem ser seguidos?
  • Quais ferramentas serão utilizadas?
  • Quais EPIs serão necessários?
Plano de Rotas Os planos de rotas servem para sistematizar tarefas de manutenção que devem ser executadas baseadas em uma periodicidade definida de acordo com a necessidade e as particularidades do processo produtivo. É elaborado baseado na importância e criticidade dos equipamentos do processo produtivo, sendo cuidadosamente estudado a fim de estabelecer procedimentos que visam evitar que as falhas ocorram. Com o plano de rotas em mãos, podemos entender quais serão as atividades pertinentes e qual a periodicidade em que devem ser executadas. Assim, quando a data de execução estiver próxima, a ordem de rota é gerada e executada pelo profissional ou equipe responsável. Elaboração do Plano de Rotas O plano de rotas será o principal guia utilizado pelos responsáveis pela inspeção toda vez em que a atividade for realizada. Por isso, deve ser de fácil entendimento e priorizar a coleta das informações chave para identificar possíveis falhas. Defina um plano de rotas para cada ativo seguindo alguns passos: PASSO 1 – O QUE? – Definição da Atividade Identifique qual atividade será realizada. PASSO 2 – QUANDO? – Definição da Periodicidade Defina a periodicidade a qual a atividade deverá ser realizada, tendo em vista a frequência de uso do ativo, histórico de funcionamento e falhas e, principalmente, o impacto que o ativo tem sobre o processo produtivo. Pontos críticos e que podem causar prejuízos ao processo devem ser acompanhados com maior frequência. PASSO 3 – QUEM? – Indicação da Mão de Obra Defina quem irá executar as tarefas previstas. Para isso, avalie o tipo da tarefa e qual especialidade o inspetor deverá ter para melhor executá-la. Nesse aspecto, capacitações específicas podem ser requisitadas, por isso treinamentos de pessoal podem se tornar necessários. Nesse ponto, estime também o tempo necessário para a execução. PASSO 4 – ONDE? – Definição dos Pontos de Inspeção Qual é o objeto da manutenção? Defina qual equipamento será inspecionado e em relação a quais pontos. Leia também: quais são os itens que compõem o orçamento da Manutenção?
22 maio 2018

WERT participa do evento Transformação Digital na PUCPR

O encontro reuniu universitários e empresas para discutir os impactos da Indústria 4.0 na sociedade Nos dias dias 18 e 19 de abril de 2018, a WERT SOLUTIONS participou do evento Transformação Digital, realizado pela Escola Politécnica da PUCPR. O encontro reuniu a comunidade acadêmica, governamental e empresarial para apresentar os projetos de sucesso que se beneficiam da Indústria 4.0 e estão contribuindo para a sociedade. Desde 2017, a WERT mantém um projeto de cooperação técnica e científica com a instituição, baseada no desenvolvimento de tecnologias embarcadas ao Manusis 4.0 com foco na Indústria 4.0. Além da WERT, outras 13 empresas brasileiras apresentaram na ocasião os cases de tecnologia, como Bosch do Brasil, Volvo do Brasil, Festo do Brasil, IBM, TOTVS e Rockwell Automation. Para o coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica, Ricardo Alexandre Diogo, o objetivo do evento era de apresentar para a comunidade os resultados da Indústria 4.0. “O termo Indústria 4.0 é atual, mas ainda os resultados das tecnologias aplicadas têm sido pouco divulgados. Foi uma ótima oportunidade para conhecermos cases aplicados nas indústrias”. Leia também: como a Indústria 4.0 impacta o futuro da Manutenção e Gestão de Ativos.
22 maio 2018

Sistema Fiep lança MBA com diplomação internacional em Indústria 4.0

Aulas começam em junho e o curso terá um módulo na Alemanha As inovações tecnológicas digitais implantadas nos processos industriais e nas linhas de produção deram origem ao termo Indústria 4.0, que faz alusão a uma quarta revolução industrial, momento em que os sistemas em nuvem, de inteligência artificial e outras plataformas virtuais, são utilizadas para tornar os processos mais eficientes, autônomos e conectados a toda a cadeia de valor. Entretanto, mesmo com o espaço produtivo sendo ocupado cada vez mais por inovações, é necessário um aperfeiçoamento também dos profissionais e das lideranças capazes de criar valor efetivo e sustentável,  em meio a tantas alternativas digitais para melhorar a produtividade das empresas. Por isso, o Sistema Fiep, por meio das Faculdades da Indústria, lança um MBA focado em indústria 4.0. Abrangendo tanto a parte da engenharia como a da gestão da indústria, o MBA em Liderança para Transformação Digital e Indústria 4.0 está com inscrições abertas e terá um módulo internacional em parceria com a SIBE (School of International Business and Entrepreneurship) da Stenbeis University Berlin, na Alemanha. O módulo garante a dupla diplomação e os custos com passagens, hospedagem, parte da alimentação e ainda tour por empresas referência em indústria 4.0 da região de Baden-Württemberg já estão inclusos no valor do MBA. De acordo com o Gerente de Operações do Sistema Fiep, Fabricio Luz Lopes, por ter o foco principal na gestão da indústria 4.0, o MBA se diferencia por preparar lideranças industriais efetivas frente aos desafios da nova economia. “O movimento da indústria 4.0 não é algo que a indústria consegue fazer sozinha. É preciso conhecer as necessidades e estabelecer parcerias com startups, por exemplo. Por isso, o MBA vai preparar as pessoas para liderarem o movimento de transformação digital dentro de seus ambientes de trabalho, criando a capacidade de tomar decisões e até mesmo reconhecer quem são as pessoas que elas precisam contratar para sair do mundo offline e ir para o mundo digital”, detalha. Segundo ele, os módulos do MBA foram planejados a partir de uma pesquisa e aproximação com as indústrias e com especialistas do tema para estabelecer os principais desafios e prioridades com relação às temáticas que envolvem a indústria 4.0. As matrículas estão abertas e as inscrições podem ser realizadas aqui. Leia também no blog da WERT: como preparar a sua empresa para os impactos da Indústria 4.0.
24 abr 2018

Quais os melhores indicadores para a Gestão de Ativos?

Entenda os principais ganhos que você pode garantir à sua empresa com a escolha de indicadores de Gestão de Ativos eficientes. Um dos fatores mais determinantes para otimizar o processo de Gestão de Ativos empresariais e industriais é a definição dos KPIs adequados, que expressem dados concretos e possibilitem uma interpretação relevante. Mas o que são os KPIs? A sigla KPI significa, em inglês, Key Performance Indicators ou Indicadores de Performance, em português. Os indicadores de desempenho permitem a definição de metas e a medição dos resultados atingidos em áreas críticas da execução das estratégias. Muitas são as variáveis mensuráveis, mas para resultados mais assertivos, é importante que se defina quais realmente agregam valor ao seu plano de ação. Como definir quais KPIs importam mais? Tendo em mente objetivos, estratégia e plano de ação, defina os KPIs mais relevantes levando em consideração alguns pontos primordiais. Os indicadores devem ser: Apropriados: devem medir precisamente o aspecto operacional que precisa ser medido; Aceitáveis: devem ser considerados por todos; Claros: devem transmitir uma mensagem clara em relação à operação medida; Comparáveis: devem poder ser comparados a dados internos ou externos à empresa; Simples: devem ser fáceis de entender, coletar e interpretar. Deve-se garantir que os indicadores meçam, portanto, a efetividade na aplicação dos processos de manutenção com o intuito de avançar e perpetuar o negócio da organização. Quais os indicadores mais utilizados na gestão da manutenção de ativos? Os KPIs podem variar bruscamente de organização para organização e de meta para meta, mas alguns são encontrados com maior frequência entre os planos de ação nas estratégias de gestão da manutenção, e por isso podem ser considerados alguns dos melhores. São eles:   MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio Entre Falhas): relação entre o produto do número de ativos por seus tempos de operação e o número total de falhas detectadas nesses ativos, no tempo observado; MTTR (Mean Time Between Repair ou Tempo Médio Entre Reparos): relação entre o tempo total de intervenção corretiva em um conjunto de ativos com falha e o número total de falhas detectadas nesses ativos no período observado; A (Availability – Fator disponibilidade): relação entre a diferença do número de horas considerado (horas calendário ou horas de operação efetiva) com a soma do número de horas de intervenção pelo pessoal de manutenção e horas de esperas para cada ativo observado e o número total de horas do período considerado. CMRP (Custo de Manutenção pelo Valor de Reposição): relação entre o custo total de manutenção e a produção total no período; CMFT (Custo de Manutenção por Faturamento): relação entre o custo total de manutenção e o faturamento bruto da empresa no período considerado; CMRP (Custo de Manutenção pelo Valor de Reposição): relação entre o custo total de manutenção de um determinado equipamento e o valor de compra desse equipamento novo. IMSB (Imobilização em Sobressalentes): relação entre o capital imobilizado em sobressalentes e o capital investido em equipamentos. Backlog (Carga futura de trabalho): tempo que a equipe de manutenção deverá trabalhar para executar os serviços pendentes, supondo-se que não cheguem novos pedidos de serviços; TBMP: relação entre o homens-hora gastos em manutenções programadas e os homens-hora disponíveis; TBMC: relação entre homens-hora gastos em manutenções corretivas e os homens-hora disponíveis; TRPM: relação entre homens-hora gastos em treinamento do pessoal de manutenção e os homens-hora disponíveis. Outros indicadores utilizados MP – Cumprimento dos planos de Manutenção Preventiva MPd – Cumprimento dos planos de Manutenção Preditiva GE – Giro do estoque FM – Falta de materiais que afetam os serviços da manutenção IMBA – Custo total de manutenção por ativos imobilizados MO – Custo de mão-de-obra CM – Custo de materiais HHCorretiva – Alocação de mão de obra em serviços de manutenção Corretiva HHPreventiva – Alocação de mão de obra em serviços de manutenção Preventiva HHPreditiva – Alocação de mão de obra em serviços de manutenção Preditiva CP – Cumprimento da Programação AP – Acerto da Programação Para que possamos gerir as informações provenientes à criação dos KPI’s e demais funções da gestão de ativos de forma ágil e otimizada, é importante a utilização de um sistema de Gestão de Ativos eficiente, como o MANUSIS 4.0. Utilizado para auxiliar na melhoria da gestão de ativos, o MANUSIS tem, entre outras funções, fornecer relatórios padrões, pesquisas e questionamentos, mostrando estatísticas sobre custos, desempenho de máquinas, desempenho de linhas produtivas e sobre o que mais se deseje controlar, seguindo as estratégias e características da sua empresa. Conheça AQUI.
18 abr 2018

WERT comemora os resultados do workshop Gestão de Ativos 4.0

Evento contou com participantes de empresas dos mais diversos setores. Confira as fotos! Nos dias 03 e 04 de abril, a WERT SOLUTIONS realizou em São Paulo o workshop “Gestão de Ativos 4.0 – Como preparar sua organização para o futuro que já começou”. Com inscrição gratuita, o evento com a presença de profissionais das mais diversas áreas de atuação. Entre os participantes, colaboradores das empresas TCP, Hersheys do Brasil, Knapp Sudameris, Hospital Sírios Libanês, EBBA, entre outras. De acordo com os inscritos, que ao final do workshop receberam uma ficha para avaliar os dois dias de atividades, em uma escala de 0 a 5, a nota para o evento foi de 4,5. Confira algumas fotos: Agradecemos a todos os presentes! E, se você perdeu o evento, não se preocupe: em breve, traremos novidades sobre cursos e treinamentos para a Gestão de Ativos.
10 abr 2018

Wert participa do IV Fórum Discuta Lean Sul

Evento discute a melhoria contínua como base para a Indústria Avançada 4.0. No dia 13 de abril, a WERT SOLUTIONS participa do IV Fórum Discuta Lean Sul, que será realizado no Hotel Monthez, em Brusque (SC). Em 2018, o evento tem como tema “Consolidando a Melhoria Contínua como base para a Indústria Avançada – 4.0”. Na ocasião, o CEO da empresa, Rodrigo Rotondo, realizará a palestra “Gestão de Ativos 4.0”. Outros temas que integram a programação são Indústria 4.0, Manufatura Avançada, produtividade, desdobramento da estratégia empresarial, Lean Logística, Sistema Integrado a Manufatura, treinamento e mudança de cultura. De acordo com os organizadores, o Fórum Discuta Lean tem como objetivo compartilhar conhecimento através de palestras e cases baseados na filosofia lean proporcionando um ambiente para networking. As inscrições para o evento estão encerradas. Mas, caso tenha interesse, você pode se inscrever AQUI em uma lista de espera. Leia também no blog da WERT: por que investir em um sistema de gestão de ativos?
16 mar 2018

Gestão de Ativos 4.0: workshop gratuito em São Paulo

A WERT SOLUTIONS promove nos dias 03 e 04 de abril, em São Paulo, o workshop “Gestão de Ativos 4.0 – Como preparar sua organização para o futuro que já começou”.   O evento gratuito será realizado no Espaço de Inovação e Coworking Ahoy Berlim, das 9h às 17h e tem como objetivo apresentar a você os desafios da Gestão de Ativos 4.0 e as novidades do MANUSIS 4.0, software especialista em Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela WERT.   Entre os temas abordados, as demandas e expectativas dos profissionais e empresas atentas ao papel estratégico da Gestão de Manutenção e Ativos em sintonia com o que está estabelecido nas normas da série ISO 55.000 (PAS 55).   Para fazer sua inscrição, CLIQUE AQUI.   A WERT conta com uma experiência de 14 anos no mercado brasileiro e mais de 2 anos em países como Argentina, México e Chile. A empresa atua no desenvolvimento de soluções para facilitar e, principalmente, tornar ágeis os processos de gestão de manutenção dos ativos de seus clientes, assegurando a busca pelos melhores indicadores de disponibilidade, mantenabilidade e confiabilidade.   O MANUSIS 4.0 , software de Gestão de Manutenção e Ativos desenvolvido pela empresa, é usado por mais de 100 empresas na América Latina, mais de 200 bases em operação, com 10 mil usuários ativos. Além disso, é utilizado todos os dias por mais de 5 mil mantenedores e já ultrapassou a marca de 1 milhão de ativos gerenciados pelo sistema.   Entre os cases de destaque da WERT, estão multinacionais como Grupo CNHi Latam (Case, New Holland, FPT e Iveco), Comau (Service e Robotics), Grupo Copo, Simoldes (Plásticos e Aços), DSM, Unilever, Electrolux, Cosma, Grupo Knapp, Mars, Otis, Sumitomo, entre outras.     Gestão de Ativos 4.0 – Como preparar sua organização para o futuro que já começou   Quando: 03 e 04 de abril, das 9h às 17h   Onde: Ahoy Berlim – Av. Prof. Manuel José Chaves, 291 – Alto de Pinheiros, São Paulo/SP   03 de abril – Apresentação do MANUSIS 4.0 e novidades; – Apresentação do RoadMap do produto; – Manusis e SAP.   04 de abril – Momento de dúvidas operacionais; – Clube do Cliente – desenvolvimento conjunto de novas funcionalidades.     Fazer inscrição.
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